Sexta-feira, Junho 30


TAR 8: Black-out



Uma das coisas mais interessantes - se não a mais - de The Amazing Race é a parte das provas. Sempre fico me perguntando como a equipe de criação do reality tem a capacidade de, toda semana, criar novas e originais provas para testar os participantes. Procure ver os episódios das temporadas passadas para notar o quão boas essas provas eram. Depois de oito temporadas, TAR tem todo o direito de não manter a mesma linha de qualidade das tarefas. Toda. Os fãs norte-americanos da série criticaram a oitava temporada justamente por isso: as provas não eram tão boas quanto as das outras temporadas.

Eu sou obrigado a discordar deles. A prova desse segundo episódio, por exemplo, era uma questão de decisão correta e resultado justo. Tinha duas opções: dividir cada time em dois times de dois e colocar um deles dentro de uma carroça e outro fora, para puxar os de dentro por 2,5 quilômetros; ou então montar uma casa de madeira de forma perfeita, para que a rodinha de água andasse sem deixar a água cair dentro da casa ou desmontar a mesma. A primeira exigia mais da parte física; a segunda, da habilidade e da parte mental. Claro que cada equipe escolheu a que mais lhe convinha - e, na maioria, fizeram a escolha correta. O principal da prova não era a execução, e sim a decisão.

Os eliminados fizeram a escolha errada. A família Black era composta por um pai e uma mãe em ótimas condições físicas e dois filhos aparentemente leves. E eles resolveram escolher a prova da casa de madeira. Erraram. Era muito mais fácil escolher a da carroça, colocar ambos os filhos leves dentro dela - o que facilitaria o carregamento - e mandar ver com os pais andando 2,5 quilômetros. Mas não. Por não pensar na escolha e conseqüência, pagaram o preço. Os Black foram eliminados. Deu Black-out.

The Amazing Race 8, AXN, sextas, às 20h00; domingos, às 15h00 e à 01h00; segundas, às 10h00 e às 15h00.


Por Gustavo - 9:47 PM
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Nesta sexta, Sony exibe dois finais de temporada


Final de According to Jim movimenta sexta-feira

A Sony vai exibir dois finais de temporada nesta sexta-feira. O primeiro deles é o da quinta temporada de According to Jim. O episódio duplo (e, portanto, de uma hora) vai ao ar às 19h00.

O outro final de temporada - no caso, é o final da última temporada - é o da premiada e adorada Frasier. Após onze temporadas, a série chega ao fim. O episódio final - também duplo - vai ao ar às 20h00.

Em função dos episódios duplos de Frasier e According to Jim, Everybody Loves Raymond e The King of Queens não serão exibidos.


Por Gustavo - 1:09 AM
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Ídolos: Angel eliminado

Será uma surpresa daqui pra frente termos uma semana sem surpresa. As eliminações de Ídolos têm sido tão surpreendentes que ninguém mais vê determinado participante como intocável - eu continuo achando Leandro o favorito disparado para vencer o programa, mas hoje é mais palpável a idéia de que ele possa ser eliminado antes da final do que antes. Angel era daqueles participantes que os jurados adoravam e o público aparentemente adorava também, e o choque de sua saída mostra que o "adorar" precisa de outros recursos para ser uma verdade absoluta. Ter sido o primeiro a cantar foi um ponto negativo para ele; o arranjo não tão bom também. São os dois fatores que ocorreram nesta semana que explicam sua saída pela apresentação - que nunca, porém, é o único motivo. Eu não ficaria tão surpreso se sua saída tivesse ocorrido na semana passada, onde ele tinha ido pior que nesta. Como eu disse no início do post, não ter surpresa será uma surpresa em Ídolos. O que é bom. A eliminação de Angel é apenas parte desse processo - não fosse o programa criar pela própria edição os supostos favoritos, seria uma eliminação trivial.

A certeza de permanência e o choque da eliminação estão separados por uma linha cada vez mais tênue.


Por Gustavo - 12:34 AM
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Televisionando: 1 ano

Na realidade, faz quase dois anos e meio. Mas nos arquivos do blog, consta que há exato um ano esse blog teve seu primeiro post publicado. Oficialmente, é o aniversário de um ano do Televisionando. Obrigado a todos que, nesse tempo, visitaram, comentaram ou me escreveram e-mails. E vamos rumo ao segundo ano oficial!


Por Gustavo - 12:05 AM
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Quinta-feira, Junho 29


Ídolos: enquanto os resultados não vêm...

Enquanto os resultados não chegam nas mãos de Beto e Ligia, Ídolos preenche seu tempo com Wanessa Camargo. A gafe: ela está cantando a mesma música que Ludmilla (lembra?) cantou na fase da repescagem e que todos os jurados, sem exceção, criticaram a escolha do repertório dela. Miranda, na época, chamou a música de "danada de ruim".

Após a apresentação, inofensivamente, Ligia diz para Wanessa: "É bom não ser julgada pelo nosso júri, né?".

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Minha aposta, ontem, foi a de que Lucas sairá. Eu mantenho. Mudo apenas o grupo dos três menos votados: a nova formação será Lucas, Vanessa e Paulo Neto. Será que eu acerto?


Por Gustavo - 11:01 PM
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Huff: "Red Meat"

E então Huff teve um episódio espetacular? Não é novidade nenhuma. Aliás, o episódio pode nem ser uma maravilha que eu vou achá-lo espetacular - não é o caso desse, espetacular de verdade -, simplesmente porque a série foi cancelada e eu nunca mais vou poder tê-la na minha tevê com inéditos, após o fim da atual temporada que o A&E está transmitindo.

No episódio de hoje, adorei principalmente o título "Red Meat" (ou "Carne Vermelha"). Fiquei me perguntando o tempo inteiro que diabo de sentido ele fazia na trama - e a cena que explicou (curta, à lá Huff mesmo) foi ótima. O pai do nosso dentista Huff é um personagem realmente bacana, e todas as cenas em que ele participou foram boas - a melhor foi a com o filho deficiente mental, de uma delicadeza ímpar. Nenhuma cena, porém, bateu a oração na casa de Huff e a chegada nada discreta das velhinhas falando de coisas pouco decentes. Enfim, hilária, irônica, com o melhor de Huff.

Uma pena que as novas notícias dão conta de que a série não terá a chance de ser indicada a muitos Emmys. Pena mesmo.

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Horários da reprise do episódio "Red Meat": na madrugada desta quinta pra sexta, às 02h00; no domingo, às 21h00 e à 00h00.


Por Gustavo - 10:34 PM
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Quase-revelações infestam Belíssima até o último instante

Belíssima não é necessariamente daquelas novelas que terminam com novos talentos revelados. Isso não significa que não tenha havido tentativa: muitos atores novatos foram colocados na telinha da tevê - muitos mesmo. O problema é que um talento só é considerado revelado quando ele é competente, quando trabalha direitinho - ou, pelo menos, quando prova que tem potencial. Quando ele fica devendo, é só uma promessa - e promessa dificilmente vai pra frente. Algumas até vão: o Gianecchini começou constrangedor em Laços de Família e hoje está ótimo como o Pascoal, na própria Belíssima. Mas dá para contar no dedo quem de fato inaugurou sua carreira televisiva na novela e não decepcionou: Paola Oliveira, Vitor Morosini e Bianca Comparato. Muito provavelmente, apenas as duas mulheres terão alguma outra chance.

Existem aqueles que são considerados revelações por nunca terem aparecido na Globo, como o excelente Marcelo Médici, o gago Fladson - mas esse jamais será uma revelação real de Belíssima, porque qualquer um que tenha visto A Praça é Nossa nos últimos cinco anos já tinha identificado que ele um dia seria reconhecido. Lívia Falcão, a Regina da Glória, é muito conhecida no nordeste, mas só explodiu agora - se bem que, coitada, do jeito que a coisa anda é capaz das ofertas de papéis se resumirem às empregadas domésticas. Esses são dois casos em que a revelação só é para quem conheceu por último.

Nada se compara, porém, às quase-revelações - Belíssima esbanja. Aqueles famosos atores que tinham tudo para ir pra frente, mas não foram por insegurança ou incompetência. O caso mais grave é quando a incompetência é resposta a um personagem que tem o carinho do autor, com chance de se tornar um dos destaques da novela. Silvio de Abreu, autor de Belíssima, em entrevista à Folha de São Paulo do domingo, provou que nesta sua última novela, o caso se repetiu: "Eu fiquei decepcionado apenas por não poder dar mais destaque ao núcleo japonês, que tanto tem a cara da São Paulo que eu retratava. Os dois jovens que faziam a Suzi e o Ernesto ainda são muito 'verdes', inexperientes. Não deu para ir além". Ele ainda completou dizendo que "o Ernesto era um personagem muito querido por mim desde o início, com muitas situações engraçadas na manga e com o ator selecionado com todo cuidado. Mas o ator não ia dar conta".

Mas os japoneses estão longe de serem os únicos quase-revelações. O maior exemplo será sempre Letícia Birkheuer. Ora, ela é a filha da protagonista, ex-amante do personagem mais dúbio da trama, queridinha de uma das vilãs mais famosas da história da teledramaturgia nacional e não foi pra frente. O papel de Birkheuer na trama, porém, ainda é grande: ela continua aparecendo com freqüência enorme, talvez por teimosia do autor - todo mundo já se deu conta que ela é uma decepção, menos ele.

(Eu preciso abrir esse parênteses para fazer uma comparação entre Birkheuer e Paola Oliveira. Ontem, em Belíssima, Paola protagonizou sua primeira cena como bêbada - de leve, eu sei, mas ainda assim bêbada. Você se lembra de Birkheuer bêbada? Pois bem, nem queira.)

E quando a gente achava que Belíssima não ia ter mais quase-revelações, nos engamos. A última, eu espero, é a filha de Gilberto (Marcos Palmeira), interpretada por Marcella Valente (foto do post, ao lado de Cláudia Abreu e de Palmeira). Essa é daquelas jovens atrizes que entram querendo ser a última cereja do bolo, a grande revelação da novela quando esta está com menos de um mês para acabar. A personagem, Cris, é muito boa, tem um conflito interessante, anda no meio de grandes atores e mesmo assim a atriz fica devendo. O exagero de interpretação de Marcella dá a sensação de que ela é uma atriz de peça de faculdade - e olhe lá, porque, com justeza, existem casos melhores.

Talvez por fazer aula de teatro há alguns anos - e conhecendo casos de atores que fracassaram e outros que se deram bem nacionalmente e muito bem regionalmente -, eu já sei que o ator tem poucas chances na vida, e quer aproveitar cada uma como se fosse a última. É como aquela parte do Big Brother em que o participante se dirige ao confessionário para defender sua permanência. A melhor idéia é sempre aproveitar as chances como se fossem apenas mais uma, na naturalidade, sem querer enganar ninguém - e quem vence, na maioria dos casos, vai sempre por esse caminho.

Ora, ser a última cereja do bolo não faz o ator ser o mais desejado, e sim o último escolhido - ou o que nem saiu da bandeja.


Por Gustavo - 3:58 PM
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Quarta-feira, Junho 28


Ídolos: comentando o top 6!



Tema da semana: "Músicas mais tocadas na Jovem Pan FM"

Participantes: Angel, Vanessa, Leandro, Lucas, Osnir e Paulo Neto.

Nome : Angel (4002-8911 ou SMS com ANGEL para 72852)
Música : "Pescador de Ilusões"
Arnaldo : Você tem personalidade e hoje foi muito bem.
Cyz : Você cantou com muita garra. Massa.
Thomas : Essa é uma música difícil, mas você mandou bem.
Miranda: Fico feliz por tu estar achando seu caminho.
Minha nota: 7.0/10
Meu comentário : Um dos piores arranjos até agora. Angel é afinado e tudo, mas funcionaria melhor se ele cantasse apenas a melodia, sem exageros - o que, infelizmente, aconteceu.

Nome : Osnir (4002-8912 ou SMS com OSNIR para 72852)
Música : Me Namora
Arnaldo : Foi a maior ousadia do programa até agora. Nota 10.
Cyz : Você ainda é o mais bem preparado de todos, apesar da escolha da música.
Thomas : O pessoa de casa vai ter trabalho pra votar!
Miranda: Deus me livre dessa música. Pelo menos você achou o caminho popular para cantá-la.
Minha nota: 6.5/10
Meu comentário : Credo. Osnir não é pagodeiro e se portou como tal. A voz foi frágil demais, e o agudo foi usado em demasia. A pior dele até agora. Também, quem mandou transformar reggae em forró!

Nome : Lucas (4002-8913 ou SMS com LUCAS para 72852)
Música : "Vamos Fugir"
Arnaldo : Você evoluiu muito. Chegou no topo. O que vier é lucro.
Cyz : Sua voz está cada vez mais radiofônica.
Thomas : Você foi um dos mais cobrados e não decepcionou.
Miranda: Tu mandou bem, mas deveu em emoção.
Minha nota: 7.0/10
Meu comentário : Ah, que surpresa - Skank! Lucas cada vez mais parece aquele rapaz que mora na sua rua e que inferniza a vizinhança com a barulheira de sua banda. Mais uma vez, ele mostra que, como (a maioria d') esses cantores de banda de garagem, não tem nada demais.

Nome : Paulo Neto (4002-8914 ou SMS com PAULO para 72852)
Música : "Ai, ai, ai"
Arnaldo : Deu pra ti nesse programa.
Cyz : Achei morna, mas descobri que você tem um grave bonito.
Thomas : Não foi das suas melhores apresentações.
Miranda: Quem gosta do Paulo Neto tem que votar muito por ele, porque do jeito que ele foi ruim hoje, tem que sair.
Minha nota: 7.5/10
Meu comentário : Essa não é uma música para ser cantada em shows. Quem já viu Vanessa da Mata ao vivo sabe disso. Paulo Neto até que cantou direitinho, mas não empolgou. E antes que eu me esqueça: pedir voto pra surdo é covardia, não é seu Paulo Neto?

Nome : Vanessa (4002-8915 ou SMS com VANESSA para 72852)
Música : "O dia que não terminou"
Arnaldo : A sua melhor apresentação até hoje.
Cyz : Melhor cantar isso que "Um Minuto para o fim do mundo".
Thomas : Você é muito bonita, funciona no vídeo e agora é uma grande candidata.
Miranda: Você pegou uma música difícil e não muito boa e a transformou em algo bom.
Minha nota: 7.5/10
Meu comentário : Desafinou? Sim. Mas foi bem. E, diante do que nós temos hoje, está muito bom o que ela apresentou. A escolha da música também foi a ideal.

Nome : Leandro (4002-8916 ou SMS com LEANDRO para 72852)
Música : "Do Seu Lado"
Arnaldo : O Brasil te adotou antes do fim da competição.
Cyz : O Leandro que a gente conhece voltou hoje.
Thomas : O programa precisa de você.
Miranda: Hoje tu mandou bem.
Minha nota: 7.0/10
Meu comentário : Nada de novo para a música. Leandro pode ser até carismático no palco, mas, vocalmente, é limitado.

Após a análise de apresentação por apresentação, vamos ao que interessa: os resultados.

Meu favorito da noite: Vanessa.
Meu pior da noite: Osnir.
Quem deveria sair: Novamente, não foi o pior da noite, mas o mais irregular até aqui. Quem deve sair é o Lucas.

Agora, vamos às previsões:

Os três menos votados: Vanessa, Osnir e Lucas.
Quem sai: Lucas.

Agora, deixe seus comentários!

PS: Parece que alguém do SBT leu nossa reclamação aqui no blog e finalmente corrigiu o letreiro. Agora, ele está devagar e legível. Não é mais um flash na nossa tevê.


Por Gustavo - 10:54 PM
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O perigosíssimo tema dessa semana, em Ídolos

Hoje tem Ídolos. Você sabe, eu sei. Junto com Ídolos, vem aquele "tema da semana" que, cá entre nós, nunca fica à altura do programa. O dessa semana é "Mais tocadas na Jovem Pan FM". Os candidatos do reality cantarão músicas que foram mais tocadas na emissora FM nos últimos dois anos.

O que me preocupa é que metade da programação da Jovem Pan é internacional, e os candidatos não podem cantar músicas internacionais - não sou eu quem está falando, é o Arnaldo que já falou. A outra metade, nacional, se resume a um punhado de bandas que não saem da mídia e que não deixam mais nenhuma ter espaço. Vai ser um perigo. Nos Estados Unidos, o tema correspondente é o "músicas das paradas da Billboard".

Meu medo é que Vanessa escolha Pitty e que o público atire pedras em seu teto de vidro. Pensando bem no que eu já ouvi de bacana na Jovem Pan, uma boa opção pra ela seria "Epitáfio", dos Titãs. Essa, muito provavelmente, alguém vai cantar.

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Eu estou intrigado com a situação do Osnir essa semana. Na Jovem Pan, eu não sei se você sabe, não toca nada de sertanejo. Nem parecido. Antes de ver o show, eu arrisco que ele é o que mais corre perigo. Pena.

Update: Segundo um comentário deixado nesse post, Vanessa vai cantar uma música da banda Detonautas. Previsível. Aliás, não só - perigoso também.


Por Gustavo - 7:25 PM
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Na reta final, surge casal inusitado em Belíssima

Até o final de Belíssima, que já é na semana que vem, tudo tem que se resolver. O destino de todos os personagens tem que tomar um rumo - por mais estranho que ele seja. Na lista da categoria "estranho", lá na frente está um casal muito inusitado. Mas que, pensando que estamos falando de Belíssima, faz sentido. Na última semana, vocês vão ver essas duas juntinhas, como o primeiro casal lésbico da novela de Silvio de Abreu. Qual é o casal? Essas duas aí de baixo!





Rebeca (Carolina Ferraz) e Karen (Mônica Torres) vão perceber que foram feitas uma para a outra após Pascoal (Reynaldo Gianechinni) também falhar com a primeira na "hora H", da mesma forma como aconteceu com Alberto (Alexandre Borges).

Fala a verdade: você não tinha pensado nessa idéia! Quando eu fiquei sabendo, não acreditei. Sério.


Por Gustavo - 6:16 PM
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Hoje não tem final de temporada de nada?

Você precisa descansar. Eu também. Esse negócio de ter final de temporada toda hora não dá! Para você ter uma idéia, o final de temporada de CSI está reservado para o meu final de semana, porque ontem não deu. Hoje, portanto, é um dia de descanso, sem nenhum final de temporada, certo?

Errado. Mas isso não muda muito, porque a série que vai terminar pouca gente conhece: Strong Medicine. Lá nos Estados Unidos, o canal não é muito grato: Lifetime. A audiência é boa... para os padrões do canal. O canal aqui também não é dos melhores: A&E. Ok, tem Huff - e pouca coisa além disso. Só que Strong Medicine merecia ser descoberto por você, nem que fosse no último episódio da série inteira - ou seja, é mais que um final de temporada.

Após seis temporadas, a série encerra sua trajetória sem fugir do que sempre foi: uma série médica, passada em hospital e com a narrativa guiada pela ambientação. Strong Medicine é muito melhor que muita série médica por aí: seus melhores episódios têm poder suficiente para se igualar às grandes do gênero (sim, essa, essa e essa que você pensou). Não custa nada reservar uma hora para Strong Medicine, das 23h00 à 00h00.

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Se você assistir a Strong Medicine e gostar, o DVD da primeira temporada está à venda no Submarino. Para comprar ou dar uma checada no produto, é só clicar aqui.


Por Gustavo - 3:43 PM
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Terça-feira, Junho 27


"Inesquecível, é o que você é..."

Inesquecível, é o que você é
Inesquecível, seja perto ou longe
Como uma canção de amor que se liga a mim
Como pensar em você me faz sentir coisas!
Nunca, antes, alguém foi tanto para mim


Um dos grandes méritos de Will&Grace durante suas oito temporadas foi o fato da série sempre ter algo novo a oferecer. Descobrir novas qualidades, em qualquer área que seja, é maravilhoso. E é exatamente isto que sempre me encantou na criação de David Kohan e Max Mutchnick. Até seu último episódio, foi possível descobrir coisas novas em Will&Grace. Ao ver Sean Hayes e Megan Mullally cantando o clássico "Unforgettable", foi possível ver que os dois, além de ótimos atores, eram bons cantores.

Mas isso não é nada se olharmos para trás e vermos ótima comédia espalhada por oito inesquecíveis temporadas de Will&Grace.

As primeiras temporadas não foram maravilhosas. Especificamente as duas primeiras se comportaram como bebês que ainda não andam, mas que sabem que quando andarem poderão fazer coisas maravilhosas. Isso não quer dizer que foram ruins. Como Seinfeld, terminou melhor do que começou. Aliás, Will&Grace e Seinfeld tem mais em comum do que apenas isso: ambas começaram com premissa e personagens longe de serem os melhores do mundo. E terminaram como séries históricas.

Will&Grace tinha em sua premissa a reunião e formação de quatro amigos peculiares. Will, Jack, Grace e Karen tinham, cada um a seu modo, um comportamento que após duas temporadas resultou em situações maravilhosas, dignas de umas das melhores da história das sitcoms. Os roteiristas, com o tempo, foram tendo maior conforto para trabalhar com os quatro personagens e com o ambiente gay/homossexual que sempre rondou a série, mesmo que esse tema nunca tenha sido a coisa principal de nenhuma temporada.

Sean Hayes e Erin McCormack, em especial, foram dois atores que compuseram gays extremamente diferentes - o que foi crucial para que a abordagem não fracassasse. O Jack (o "Parece até que nós somos coadjuvantes do seriado Will&Grace" no último episódio foi hilário!), de Hayes, era a caricatura óbvia - mas não por isso ruim -, até mesmo irreal, do gay que a sociedade imagina. O Will, de McCormack, era um gay humano: por muitas vezes, se os diálogos não entregassem, poderia passar despercebido como heterossexual. É claro que, por estar mais focado na comédia, Jack tornou-se o queridinho do público. Mas Will sempre foi mais interessante como perfil psicológico do que o colega. O mesmo se aplica às mulheres de Will&Grace: Karen e Grace eram retratos do sexo feminino que funcionavam talvez ainda melhor que os "homens" da série. A caricata Karen, porém, deu ainda mais certo que a humanizada Grace.

Isso entrega outra coisa a série descobriu lá pelo fim da segunda temporada: tudo funciona e é aceito com maior facilidade se tiver humor no meio. Não dá para tratar homossexualidade ou relacionamento gay/mulher com seriedade - o que, obviamente, nunca foi o objetivo dessa série de comédia. Will&Grace engrenou porque o texto descobriu sua mina de ouro: nada podia (ou devia) ser sério em uma série que já tem empecilhos sérios para conquistar audiência - no início, alguns gays tinham dificuldade em aceitar que os outros rissem de suas respectivas opções.

E, quando Will&Grace engrenou, você já sabe o que aconteceu: vieram muitos Emmys, a audiência cresceu, a aceitação do público aumentou e a paixão até mesmo da crítica fez com que muita coisa passasse em branco.

Desconsideremos que o episódio final não esteve à altura da história da série e vemos o óbvio: Will&Grace é inesquecível. Por isso, nada mais acertado que uma das cenas finais tenha sido com os (justamente) queridinhos Karen e Jack cantando uma música com seu título exprimindo o melhor adjetivo para a série.

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A cena citada no parágrafo acima você vê logo abaixo, graças ao YouTube:



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Veja a reprise do episódio final de Will&Grace nos horários a seguir: nesta terça (23h00), no domingo (12h00/15h00) e na segunda (06h00).


Por Gustavo - 9:38 PM
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Veronica Mars termina segunda temporada com desafios para a próxima

Houve uma óbvia evolução da primeira para a segunda temporada de Veronica Mars: por mais que a primeira tivesse um ritmo um pouquinho melhor, essa aqui foi mais inteligente e com uma trama superior. Os atores também estiveram melhores. Até mesmo o mistério, que sempre é o mote principal da série, evoluiu. Na primeira temporada, era a dúvida sobre quem seria o assassino da amiga de Veronica. Nesta segunda, os questionamentos eram sobre quem explodiu o ônibus e o porquê dessa pessoa ter feito isto. Nas duas temporadas, as respostas não foram óbvias - apesar de indiscutivelmente possíveis de descobrir. O problema talvez tenha sido a forma como as respostas foram reveladas: os últimos episódios das duas temporadas até agora, pela necessidade da descoberta dos culpados e seus respectivos motivos, soaram apressados, parecidos e não muito reais - Veronica sempre descobre tudo na última hora, olhando pequenos detalhes, ficando até difícil de acreditar.

Mas não são dois últimos episódios ruins que vão apagar o fato de Veronica Mars ser uma série extremamente competente naquilo que se propõe a fazer: é um retrato perfeito do cotidiano do adolescente norte-americano e vicia o telespectador. Visitando fóruns dos fãs norte-americanos da série, não é raro ver que eles comentam o quanto a série funciona como espelho deles próprios ou dos seus amigos.

Uma hora, porém, Veronica Mars vai ter que subir um degrau mais importante da sua escalada como série, e que costuma ser o fator determinante para saber se a série se fixa de uma vez ou vai tremer na base: o momento em que a narrativa se aprofunda nos personagens. Até agora, a série fica apenas na sua trama e nos seus mistérios - e, até agora, estava indo muito bem nessa área. Mas uma hora os personagens vão ter que assumir o comando: Veronica, por exemplo, vai ter que deixar de ser apenas a detetive e ser uma pessoa normal (ou não); seu (aparentemente novamente) namorado Logan também vai ter que deixar de ser apenas isso. Essa não é uma tarefa fácil - e justamente por isso Veronica Mars só vai pra frente se for competente o suficiente para seguir com esse novo desafio.

A cena final, com Veronica sozinha, num aeroporto, de malas na mão, é um perfeito retrato da situação atual: ela tem que ir para algum lugar. A terceira temporada vai nos mostrar qual foi o escolhido.

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Se Kristen Bell não for indicada ao Emmy de Melhor Atriz Dramática, é porque o pessoal da premiação anda de ponta-cabeça. A menina provou durante a segunda temporada inteirinha ter feito uma composição ainda melhor de Veronica Mars e, com isso, ser um dos novos talentos da tevê americana.

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Veja pela TNT a reprise do episódio final, no domingo, às 18h00.


Por Gustavo - 8:45 PM
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Destaques desta terça-feira


Final de Will&Grace movimenta terça-feira

Essa terça-feira corre o risco de ser um dos melhores dias do ano na tevê até agora. E eu estou falando sério. Se você duvida, presta atenção no que vai passar hoje!

  • Antes de mais nada, não custa lembrar que 12h00 é hora de concentrar nossas energias positivas para que nossa Seleção vença os africanos de Gana. Globo, Sportv, Espn Brasil e Band Sports são as opções de transmissão.


  • Veronica Mars encerra sua movimentada segunda temporada com revelações e muita adrenalina. Na TNT, às 18h00.


  • Will&Grace encerra sua trajetória após oito temporadas muito bem sucedidas. O episódio terá uma hora e contará com a participação do astro Kevin Bacon. Na Sony, às 19h00.


  • Ainda na Sony, CSI encerra sua temporada com o suspense sobre o que acontecerá com o capitão Brass. Às 21h00.


  • O humorístico Casseta&Planeta mostra como se comportará após o falecimento de um de seus principais integrantes, Bussunda. Na Globo, às 22h20.


  • Se esta terça-feira será ou não um dos melhores dias do ano, irá depender exclusivamente de como as atrações do dia irão se comportar. Se der tudo certo, pode ter certeza que este será um dia inesquecível para todos nós - e, por isso mesmo, esse é desde já um dia inteiramente imperdível. Depois a gente comenta!


    Por Gustavo - 2:25 AM
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    Segunda-feira, Junho 26


    Ghost Whisperer encerra temporada com um de seus melhores episódios

    É apenas o início dos finais de temporada da Sony, e talvez eu ainda não esteja com o coração necessariamente enfraquecido e pronto para adorar tudo. Mas a primeira série a fechar as portas, Ghost Whisperer, fez o trabalho direitinho. A gente sempre espera que o último seja um dos melhores episódios da temporada - e, por mais que no caso da série em questão isso não seja muita coisa, é o que aconteceu.

    O último episódio ("The One"), na realidade, foi a continuidade do caso que já tinha sido apresentado no penúltimo - como se não bastasse, vai continuar no primeiro da próxima temporada. Até que era um caso interessante: Melinda (Jennifer Love Hewitt) sente que um avião vai cair e ele cai. Depois, tem que ajudar os passageiros a atravessar a "luz", com o empecilho de um senhor de chapéu que a gente não sabe quem é, mas que o visual entrega que é do mal. Claro que não é só isso: tem o drama das famílias e o cara do FBI que fica questionando Melinda, além de outras coisas, mas o que importa é a idéia principal. Se fosse o meio de temporada, renderia um único (e comum) episódio. Mas como não o é, a necessidade de prolongar drama rende mais de um.

    Ghost Whisperer encerra a temporada sendo competente no próprio objetivo: falar de espiritismo sem muita teoria, mas com muita emoção. Todos os casos de espíritos que precisam resolver algo no plano terrestre para seguir com paz até a luz são anímicos, e tocam no fundo do telespectador, funcionando direitinho. Falta o texto fugir do lugar-comum nas histórias, inovar na condução da narrativa, a Jennifer Love Hewitt precisa aprender a chorar com verossimilhança, a fotografia precisa perder um pouco de sombras e algumas outras coisas. Mas o ritmo da série é bom o suficiente para agradar o nicho-alvo de telespectadores - o que, hoje em dia, é o necessário.

    Que na próxima temporada Ghost Whisperer ache um pouquinho mais da luz.

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    Veja a reprise do episódio final de Ghost Whisperer ainda nesta segunda, às 23h00, ou no sábado, às 16h00 e 04h00, na Sony.


    Por Gustavo - 8:40 PM
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    Pânico assume posição em que ser prejudicado por excesso de merchandising é algo inadmissível



    Um dos costumes mais interessantes do Pânico na TV é a capacidade de tirar sarro de absolutamente tudo que você imaginar, inclusive daquilo que é prejudicial para o próprio programa. Dia desses, assistindo ao humorístico, vi que eles estavam sendo irônicos com o costume do programa de fazer merchandising toda hora. A cena mostrava o chefe da turma, Emílio Surita, ao lado de um apresentador de câmera fotográfica. De repente, Emílio discutia uma informação que o apresentador passava e este, irritado, ia embora do programa, deixando Emílio sem ter o que falar e entrando na hora um intervalo comercial, quase que por improviso. Qualquer telespectador desavisado talvez até acreditasse que a cena fosse real - mas quem vê o programa há um bom tempo já tinha percebido que era apenas ironia.

    Talvez fosse o caso do Pânico considerar o que todo mundo comenta, e que eles recebem fazendo brincadeira: o excesso de merchandising anda realmente prejudicando o programa. O horário do humorístico é das 20h00 às 22h00. Na primeira hora, se tivermos dez minutos de conteúdo, é muito. Dali, nada se aproveita. Na segunda hora, a necessidade de incluir tudo no tempo necessário faz com que o programa fique desnecessariamente apressado. O telespectador que vê a primeira hora é tratado como bobo.

    Não há dúvida alguma de que todos os quadros do programa são no mínimo interessantes. Uns podem ser melhores que outros, mas nada é tão ruim a ponto de não merecer ficar no ar. As reportagens com o intuito de tirar sarro de alguma coisa do momento, sem participação efetiva dos membros (a política tem sido muito usada, mas o tema da última edição foi a condição física de Ronaldo Fenômeno), variam do engraçado ao genial, sempre com sacadas inteligentes. As estrelas do programa, porém, ainda são a dupla Vesgo e Silvio, agora na Alemanha, reforçando a idéia que humor não precisa obrigatoriamente ser feito por humorista - aquele rapaz Rodrigo Scarpa, o Vesgo, funciona muito bem na tela, mesmo sem formação alguma.

    Ainda há um outro recurso muito bom, que o Pânico tem sabido tirar proveito: a suposta (e cada vez com mais cara de forjada, mas...) demissão de Sabrina tem rendido matérias onde ela se encontra como uma pessoa sem ter para onde ir. Sabrina já apareceu chorando copiosamente, atuando como cantora de funk, e agora foi à Copa - e, novamente numa reportagem armada, se perdeu na República Tcheca, onde aprontou como torcedora brasileira. Funcionou que é uma beleza. Aliás, funciona ainda melhor com a (acertada) idéia de dar um tratamento de imagem quase amador às filmagens.

    Após Bussunda falecer, há menos de uma quinzena, uma idéia de que o Casseta perdeu muito e que o Pânico assumiu a responsabilidade definitiva de ser o principal representante do humor satírico atual veio à tona e colocou em xeque o potencial do programa. Não há dúvida alguma de que, com um pouco mais de quadros próprios, e não apenas que abordem a atualidade, o Pânico pode cumprir a missão com muita eficiência. Apesar do Casseta&Planeta não ter morrido, o Pânico é hoje o programa mais robusto no que não diz respeito à humor misturado com dramaturgia, e o referencial mais poderoso para uma geração que valoriza muito o ato de enxergar o que está em destaque nacional (ou internacional) por uma ótica sarcástica.

    O que não pode acontecer é o Pânico continuar com esse excesso prejudicial de merchandising que resulta em uma média de audiência que dá a impressão de que o programa é tudo aquilo que não deveria ser: morno. Humor tem que causar reações extremas; se fica no meio termo, é porque algo anda errado.

    Pânico na TV, Rede TV, domingos, 20h00.


    Por Gustavo - 2:55 PM
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    Domingo, Junho 25


    Atrações imperdíveis do domingo



    Vesgo e Silvio aprontam na Alemanha. Será que o Pânico faz melhor que o Casseta? Veja na Rede TV, às 20h00.



    Earl apronta novamente no episódio "Oh Karma, Where Art Thou?". Segundo os fãs, é um dos melhores episódios da temporada. No FX, às 21h00.


    Por Gustavo - 5:39 PM
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    Uma dica para a segunda temporada de Supernanny

    Uma mudança já foi declarada e noticiada aqui no blog: o visual de Cris Poli vai deixar de ser tão sério na segunda temporada (ainda sem data de estréia). É, de certa forma, algo louvável - a versão norte-americana e a britânica preservaram esse visual por um tempão. Mas eu tenho uma outra sugestão de mudança: que tal parar com os letreiros que indicam o que está acontecendo no momento? "Supernanny dá um tempo", "Supernanny volta", "Conversa com os pais", "Disciplinando os filhos", enfim, tudo isso dá uma sensação de que em todos os episódios é tudo igual - quando, na realidade, não é nada disso. Supernanny é um programa muito mais competente e maior que essa fórmula que a edição impõe.

    ***

    O episódio final deixou claro que a "Supernanny" Cris Poli sabe dosar muito bem o lado emocional do profissional. Quando ela está dando as dicas de disciplina familiar e a situação é de uma emoção ímpar, ela não chora porque sabe que pode atrapalhar o processo. Mas ela não é fria - quando assistia aos depoimentos das pessoas que já participaram do reality agradecendo pela ajuda, ela chorou. Chorou porque é humana e por satisfação do trabalho bem-feito.

    E ao dizer que estava "sem palavras", muita gente em casa deve ter chorado. Se é que esses não tinham chorado antes.


    Por Gustavo - 5:27 PM
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    Silvio de Abreu revela os personagens com 32 anos

    Quando Silvio de Abreu divulgou que o filho de Bia Falcão e Murat em Belíssima tinha 32 anos, os fãs da novela ficaram em polvorosa. Eis que agora, para aumentar ainda mais o alvoroço, o autor da novela divulga quais são os personagens com essa idade na novela. Silvio fez isso em entrevista à Folha de São Paulo.

    Os personagens de 32 anos em Belíssima são: FLADSON, VALDETE, VITÓRIA, PEDRO, REBECA, PASCOAL E NARCISO.

    E agora? Seu suspeito não está aí? O meu, Pascoal, está!

    ***

    Na mesma entrevista, Silvio disse que:

  • "O público pegou a pista errada".


  • "O final será lógico, o vilão não é a Júlia e nem a Vitória, por exemplo".


  • "O Alberto e a Ornela têm muitos motivos para terem arquitetado o plano".


  • Por Gustavo - 1:29 PM
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    Supernanny encerra primeira temporada

    Termina neste domingo, no SBT, a primeira temporada do reality show Supernanny. A pedagoga Cris Poli vai mais uma vez tentar ajudar uma família que vê nos filhos o problema do andamento da rotina. Às 15h50.

    Supernanny termina sem previsão de retorno para a segunda temporada, mas com a certeza de que ele acontecerá. Bons índices de audiência - e, cá entre nós, muita qualidade - garantiram isso com facilidade.

    A novidade para o futuro do programa é uma mudança no visual da Cris Poli. Ela vai deixar de parecer tão séria. Vejam vocês: Supernanny já está preocupado com a necessidade de inovar. Isso é bom.


    Por Gustavo - 1:36 AM
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    "Cemil, eu sou seu pai!"



    Como eu fui perder o momento em que Nikos revela a Cemil que ele é seu pai! Ainda bem que a Globo é uma emissora moderna e disponibilizou no mesmo dia o vídeo da revelação no seu portal. Eu vi e achei a cena bem bacana, apesar da reação um tanto quanto exagerada por parte do Nikos e a presença desnecessária da Katina no momento.

    Mas isso não importa quando a gente vê o quão bom foi Leopoldo Pacheco na cena. Desde A Escrava Isaura eu apostava nele. Hoje, vendo a cena, não me arrependo.

    ***

    Ainda sobre Belíssima: apontaram na internet duas hipóteses muito interessantes sobre quem estaria por trás das ligações misteriosas do André. A primeira é Ester. Confesso que achei muito boa a aposta. A mãe do Fred é uma das poucas personagens estereotipadas da novela - e talvez por isso a possibilidade de ser a chefe do plano da novela seja considerável. Parece improvável, mas vai saber.

    A outra hipótese seria Karen, da agência da Rebeca. Eu confesso que uma vez até cogitei mentalmente o nome dela, mas depois esqueci. O perfil que eu tracei sobre quem fala no telefone com o André não aceita pessoas que são demitidas e aceitam voltar ao emprego como secretárias de baixo escalão, como ela. A não ser que esse emprego faça parte do plano. E que a chefe desse emprego seja a filha da Bia Falcão! Faz sentido, mas novamente é improvável.


    Por Gustavo - 12:59 AM
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    Sábado, Junho 24


    Nãããão! Huff é cancelada

    Ninguém vai compreender meu momento de tristeza, porque muita pouca gente conhece ou é fã da preciosidade chamada Huff. Quando foi divulgado o cancelamento da série, eu fiquei em choque. Qualquer série podia ser cancelada, menos Huff. O programa do canal americano Showtime é simplesmente incrível. O público o subestimou, porém. Não sei quanto tempo vai demorar até eu me conformar com a idéia de que, após duas temporadas, eu perdi Huff.

    O A&E está transmitindo a segunda (e, infelizmente, última) temporada da série, com episódios inéditos em todas as terças-feiras, às 21h00. Assista enquanto há tempo.


    Por Gustavo - 2:01 AM
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    Sexta-feira, Junho 23


    TAR 8 prova que inovar é bom, mas não é sucesso garantido

    No início do ano, circulavam pela internet boatos de que uma emissora da rede aberta brasileira estaria planejando sua versão do reality show The Amazing Race, supostamente traduzida para Corrida Milionária. A Folha de Pernambuco chegou a confirmar a informação. Segundo o jornal, o prêmio seria de um milhão de reais - elevado para os padrões nacionais. Depois desses boatos, mais ninguém tocou na idéia de TAR vir para o Brasil - e com certa razão. Esse é provavelmente o reality show mais caro já feito na tevê mundial. O custo de produção que envolve o excesso de viagens, transporte de equipamentos e todo o resto resulta em uma enorme quantia. Fica caro mesmo se o reality tiver localizações apenas no Brasil (o que os boatos de Corrida Milionária davam conta) ou em um só continente - como é o caso do TAR 8, que o AXN estreou nesta sexta-feira.

    Das nove edições de TAR (uma ainda inédita no Brasil), sete foram internacionais. Em um episódio, os participantes podiam estar em Pequim e em São Paulo. É uma dinâmica interessantíssima e que propicia ao telespectador conhecer as cidades com uma ótica mais real, sem a superficialidade dos cartões-postais. Mesmo que a oitava edição de TAR, a única gravada exclusivamente em solo norte-americano, não disponha dessa gama de locações, o simples fato de tornar possível ver Nova York de uma forma mais palpável que simples planos aéreos da Estátua da Liberdade e do Central Park, como no episódio inicial, já fazem valer a pena.

    Aliás, a oitava edição de The Amazing Race mostra que a série, após sete edições de sucesso, resolveu se preocupar em um processo de renovação da fórmula para beneficio do próprio programa e do entretenimento da audiência. O que antes era uma disputa de duplas se torna uma disputa de quartetos com ligações familiares. O beneficio de TAR com isso é inestimável: a tensão entre parentes é muito mais interessante e rica em argumentos que entre amigos. Não se trata mais de apenas uma corrida/gincana ao redor do mundo em busca de um milhão de dólares; agora, os participantes vão ter que se acertar no âmbito familiar enquanto buscam um ganho coletivo.

    American Idol já terminou sua quinta edição e tem mais cinco programadas - uma hora, mudanças vão ter que acontecer. O mesmo vale para The Apprentice, Dancing With the Stars e o inédito no Brasil So You Think You Can Dance. Survivor, um dos primeiros e mais bem sucedidos realities da história buscou mudanças minuciosas para sua fórmula não engessar - e deu certo. Mudar é um risco, mas uma hora é preciso.

    A parte de The Amazing Race já foi feita. E é a prova de que nem toda mudança funciona: a maioria dos fãs da série acredita que essa oitava é uma das piores temporadas de todas. A nona temporada, que acabou há pouco tempo nos Estados Unidos, já tinha voltado à fórmula original. E voltou a agradar a todos.

    Pelo menos, houve tentativa.

    ***

    TAR 8 é responsável por uma das participantes mais adoráveis que já passaram por um reality show: Carissa, a menininha da foto e da família Gaghan. Se alguém consegue ser simpática dizendo "eu engano quem me engana" e "eu sou criança, mas não estúpida", é porque é muito fofa mesmo. E ela definitivamente é.

    ***

    TAR 8, AXN, sextas, 20h00.


    Por Gustavo - 10:51 PM
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    Frasier mais longo

    Frasier, hoje, vai ao ar meia hora mais cedo. Semana que vem a série termina, e o episódio vai ser mais longo em função disso. Portanto, The King of Queens perde a vez essa semana e cede o horário das 20h00 para Frasier. Daqui a sete dias, a série termina após onze temporadas e vai ser difícil não se emocionar. Nossas sextas não serão mais as mesmas sem o doutor da foto do post.

    ***

    Após Frasier, às 21h00, Whoopi Goldberg vai fazer uma aparição em Law and Order: C.I.. Imperdível.


    Por Gustavo - 3:40 PM
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    Estréia America's Got Talent, de Simon Cowell, nos EUA

    Na última quarta-feira, a NBC estreou nos Estados Unidos o America's Got Talent, cujo produtor e criador é simplesmente... Simon Cowell. Por mais que ele não seja um jurado do reality show, o programa tem claramente a sua alma. Basta ver algum teaser ou trechos do programa.

    Cowell pode ter tido a idéia mais abrangente que um reality show já teve: é uma busca por talento em qualquer área que seja. Se você tem talento no que quer que seja, vá lá, mostre o que sabe fazer, seja julgado e concorra ao prêmio de um milhão de dólares. Simples assim. É uma espécie de Se Vira nos 30, do Domingão do Faustão, só que a sua aparição pode durar mais ou menos que meros trinta segundos.

    (É preciso abrir um parênteses para deixar claro que a idéia do programa não é a mais criativa possível. Não é porque se trata de Simon Cowell que a gente vai gostar de olhos fechados. Nada disso. A verdade, porém, é que o show de calouros é tão batido que o que acaba importando é o que está ao redor dele: os jurados, o poder do público e toda aquela coisa. Tem, por exemplo, o Regis Philbin, que fez o Show do Milhão americano e que arrasa aqui. Isso não esconde a verdade: os criadores de realities estão precisando desesperadamente de novas e boas idéias. Got Talent é a idéia óbvia que ninguém nunca tinha levado além)

    O que mais me chamou a atenção no programa, porém, é o fato do David Hasselhoff (o cara do Baywatch!) ser um dos jurados. Grande parte dos EUA ama todo e qualquer trabalho que ele faz (e são muitos) e deve ser difícil para esse público e mesmo para ele aparecer criticando as pessoas sem dó nem piedade. Ele é, a princípio, o mais duro dos jurados. Como será recebido? Ah, isso vai demorar um pouco pra gente descobrir. Mas, acompanhando os fóruns americanos, parece que todo mundo gostou.

    Veja um pedacinho de como é o show que Simon Cowell descreve como "a busca pela pessoa mais talentosa dos Estados Unidos". E veja quem se candidata a esse posto!



    ***

    A audiência do programa de estréia foi muito boa. Há dois meses a NBC não marcava índices assim. Foi o programa vai visto pelo público adulto de 18 a 49 anos.


    Por Gustavo - 3:30 PM
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    Ídolos: Giovana eliminada

    Eu devia estar satisfeito com o resultado de ontem em Ídolos. Nos comentários do show de quarta, eu tinha apontado Giovana como quem merecia sair - não por ter sido a pior da noite, mas por ter sido a mais irregular do programa até a data. E ela saiu. Mas ninguém merece assistir a um programa com apenas homens!

    No início do reality, todo mundo (inclusive eu) apontava a superioridade feminina nos participantes. A competição, segundo muitos, seria apenas feminina. Eis que chegamos ao top 6 com cinco homens e apenas uma mulher. Eu sacrificaria qualquer homem pela permanência de Giovana, só para a competição não virar exclusivamente masculina. O momento agora é de defender a Vanessa!

    Aliás, será que o público continua implicando com ela pelo estilo descolado? Ela já mandou bem o suficiente para mudar esse conceito. Agora, é a minha favorita.

    ***

    Giovana, para não ser injusto, era uma gracinha. Linda e fotogênica. Podia não ser uma maravilha cantando (e não era), mas conquistou seu espaço no programa e seus fãs fora dele. Talvez por isso eu tenha ficado tão chateado com a saída dela. Paulo Neto, por exemplo, ainda é uma indefinição - quem é fã dele? Só mesmo o prefeito! - na competição. E, salvo uma apresentação muito boa dele na semana que vem, deve ser o próximo a rodar. Nenhum cartão telefônico patrocinado por prefeitura alguma deve fazê-lo continuar.


    Por Gustavo - 2:36 PM
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    Quinta-feira, Junho 22


    Grey's: George e Meredith



    Ufa, pelo menos o final desse episódio de Grey's Anatomy a Sony nos preservou!

    E foi bom mesmo, porque é o tipo de episódio que você tem que encarar sem saber nada do que vai acontecer. O anterior tinha acabado com o George beijando a Meredith, algo mais que inesperado - pelo menos se você não tinha visto a propaganda. Esse aqui foi inteirinho feito para mostrar como o fato mudou tudo na vida deles. Talvez por isso tenha sido um dos melhores da série até agora.

    Não é mentira que Anatomy, hoje, não foi tão direto ao ponto assim. Aos poucos a coisa foi clareando, as relações se abrindo e finalmente tudo explodiu no momento em que o George caiu da escada. Foi um recurso muito interessante para demonstrar em imagem a tensão do momento. Não podia ser de outra maneira.

    T.R. Knight merece um episódio assim há tempos, feito especialmente para demonstrar o bom ator que é. E ele não fez feio - também, não custa dizer, seu George é uma das melhores coisas do programa. Só que o seriado devia ser um pouco mais grato com ele e colocar alguma pessoa mais bonita para começar um romance do que aquela Dra. Torres, que apareceu rapidinho e (definitivamente) não deixou a melhor impressão do mundo.

    Mas ele ainda vai ser agraciado com algo maior. É esperar e ver.

    ***

    Apesar do episódio ter sido quase que apenas de George, a Dra. Addison arrasou mais uma vez. O momento do "carvalho venenoso" foi especial para mostrar que a imagem altiva da personagem pode ser desmoronada propositalmente. Isso é bom para o ator e para o lugar do personagem na série. Kate Walsh tirou de letra.


    Por Gustavo - 11:22 PM
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    Silvio Santos incentiva torcidas de Ídolos

    Está circulando na internet um vídeo de Silvio Santos, no palco de Ídolos, pedindo para as torcidas ficarem animadas. É um vídeo rápido, e termina com Silvio dizendo que "a torcida que for a mais animada, nós vamos sortear e...". E o que? Boa pergunta. O vídeo está logo abaixo.



    Será que os gritinhos histéricos da platéia não são culpa de Lucas, Leandro e Giovana? Será o culpado... Silvio Santos?


    Por Gustavo - 1:45 PM
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    Ídolos: comentando o top 7!



    Tema da semana: "Cante um sucesso do ano em que você nasceu".

    Participantes: Angel, Giovana, Vanessa, Leandro, Lucas, Osnir e Paulo Neto.

    Nome : Lucas (4002-8911 ou SMS com LUCAS para 72852)
    Música : "Não Diga Nada"
    Arnaldo : Essa música é a tua cara. Ela vestiu a tua voz.
    Cyz : Lucas, você cantou na manha e cantou muito bem. Meus parabéns.
    Thomas : Me surpreendeu. Hoje, você subiu mais um degrau dos muitos que ainda faltam. Você evoluiu!
    Miranda: Parabéns. Tu encontrou o teu caminho nessa competição.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário : Ele escolheu a forma certa para cantar a música errada. Começou muito mal, mas terminou muito bem. Uma pena que, com os jurados falando que essa é a música certa, ele possa restringir o repertório.

    Nome : Osnir (4002-8912 ou SMS com OSNIR para 72852)
    Música : "Planeta Água"
    Arnaldo : Você é um bom cantor, mas hoje não foi o seu dia.
    Cyz : Escorregou no início, mas eu te acho o cantor mais bem preparado daqui.
    Thomas : Você é um excelente cantor, mas já me emocionou mais que hoje.
    Miranda: Você está correndo por fora, mas te achei melodramático e exagerado.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário: Osnir começou desafinando feio, mas encontrou o tom certo da música perto do final, com uma potência vocal surpreendente. Mais uma vez, os comentários dos jurados podem prejudicar ao repreender Osnir, que pode ficar no sertanejo para sempre, sem arriscar. Uma pena.

    Nome : Vanessa (4002-8913 ou SMS com VANESSA para 72852)
    Música : "Abre Coração"
    Arnaldo : Você foi beneficiada pelo ótimo arranjo.
    Cyz : Vanessa, você está começando a ficar muito inteligente como cantora.
    Thomas : Para mim, foi uma apresentação apenas correta.
    Miranda: Se você continuar assim, vai longe nessa competição.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário: Não foi a melhor apresentação de Vanessa, mas do meio da música até o fim ela foi muito bem. É muito bom perceber que aquele "estilo Avril Lavigne" vai aos poucos abandonando o corpo de Vanessa.

    Nome : Leandro (4002-8914 ou SMS com LEANDRO para 72852)
    Música : "Frisson"
    Arnaldo : Escolheu a música certa, mas desafinou.
    Cyz : Achei uma apresentação morna. Espero mais de você.
    Thomas : Valeu a tentativa, mas é o público quem vai dizer se você foi bem ou não.
    Miranda: Veio com roupa de michê, hein? Ela foi só um exemplo de como deu tudo errado contigo.
    Minha nota: 7.0/10
    Meu comentário: Leandro entrou no palco com roupa e cara de Drácula, que não combina com ele, até se começar a posar de Elvis, que novamente não deu certo. Ele desafinou a música inteira. A sorte dele é que as fãs são muitas e é fácil cumprir esse papel de "quase-ídolo" - o que basta para conseguir votos.

    Nome : Giovana (4002-8915 ou SMS com GIOVANA para 72852)
    Música : "Começo, meio e fim"
    Arnaldo : Parabéns. Tomara que você continue no programa.
    Cyz : Você exagerou, mas mesmo assim boa sorte! Tente corrigir esse problema com as vogais.
    Thomas : Do refrão pra frente, foi excelente. Antes, não teve emoção.
    Miranda: Eu quero que tu me mostre algo especial. Hoje, novamente, você não mostrou.
    Minha nota: 7.0/10
    Meu comentário : Eu repito: Giovana tem sérios problemas de dicção. A apresentação foi cheia de maneirismos e um pouco morna - além de ter desafinado. Pelo menos - acredite: isso é alguma coisa - ela estava linda.

    Nome : Paulo Neto (4002-8916 ou SMS com PAULO para 72852)
    Música : "Caçador de Mim"
    Arnaldo : Se você passar mais essa semana, é porque você tem grandes chances de ganhar o programa.
    Cyz : Realmente você desafinou, mas mesmo assim foi bem.
    Thomas : Sua presença é realmente marcante. Hoje, você foi razoavelmente bem.
    Miranda: Entrou desafinado e ainda pareceu o Cazuza, infelizmente.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário : Paulo está adquirindo consciência de seu alcance vocal, e foi bem. Mais uma vez, porém, desafinou bastante. Não sei para vocês, mas hoje eu vi Paulo Neto no palco, e não um pseudo-Cazuza.

    Nome : Angel (4002-8917 ou SMS com ANGEL para 72852)
    Música : "Mais que nada"
    Arnaldo : Você é extremamente profissional. Boa sorte!
    Cyz : Gostei da roupagem contemporânea que você deu à música. A dinâmica também foi muito boa.
    Thomas : Você é um jogador muito bom, que mostra tudo que tem sempre.
    Miranda: Tu botou para quebrar. O melhor de hoje.
    Minha nota: 6.5/10
    Meu comentário : Incrível como ele consegue ir do melhor da última semana para medíocre nesta. Desafinou feio, gritou muito, enfim, não foi um bom cantor. A apresentação foi como uma gelatina impenetrável, no chato "quase-quase". Ele precisa urgentemente definir seu estilo, o que todos na competição já fizeram. Pelo que ele mostrou hoje, não compraria um CD dele.

    Após a análise de apresentação por apresentação, vamos ao que interessa: os resultados.

    Meus favoritos da noite: Vanessa, Osnir e Paulo Neto.
    Meu pior da noite: Angel.
    Quem deveria sair: Não foi a pior, mas até agora é a mais irregular: Giovana.

    Agora, vamos às previsões:

    Os três menos votados: Lucas, Osnir e Vanessa.
    Quem sai: Lucas.

    Se eu estou certo ou não, só saberemos no episódio de resultados da quinta-feira. Mas qual foi seu favorito e seu pior? Quem você acha que sai?

    PS: Alguém precisa URGENTEMENTE avisar ao povo do SBT que ninguém é tão rápido para conseguir ler o letreiro com o nome das músicas ao final do programa. É simplesmente IMPOSSÍVEL. Em três segundos, passam voando na sua tela o nome de sete músicas e seus respectivos compositores. É preciso corrigir isso já.


    Por Gustavo - 12:21 AM
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    Quarta-feira, Junho 21


    Ídolos hoje!

    Não vou nem ousar afirmar que o blog vai fazer a cobertura ao vivo do programa, porque se algo der errado, não quero ver ninguém reclamando que eu não cumpro compromissos! Mas não custa lembrar que eu vou comentar de qualquer maneira, nem que seja amanhã. Ah, e vocês viram o tema de hoje? Depois de "Cante seu ídolo", "intérprete masculino" e "intérprete feminina", chegou a vez de... "Cante uma música do ano em que você nasceu". Ok, não é criativo. Mas é melhor que as que já tivemos.


    Por Gustavo - 8:49 PM
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    Nada de recesso: Casseta e Planeta volta com força total semana que vem

    O Casseta e Planeta fez ontem sua homenagem ao Bussunda, no programa integral. Há quem tenha gostado e quem não tenha. Particularmente, achei a edição duvidosa e a iniciativa de ser 100% feito para rir também. Terminou o programa e eu estava vazio por dentro, com vontade de chorar. Não foi uma experiência gratificante ou inesquecível como deveria ser. Mas quem gosta crê que a imagem de Bussunda fazendo rir é a que deve permanecer na nossa cabeça. É uma alternativa bem razoável.

    Agora, porém, a turma decidiu que não vai deixar o programa na mão para a semana que vem: já está sendo gravado o próximo episódio. A notícia que a imprensa inteira divulgou (esse blog também) era a de que o Casseta simplesmente não ia ao ar por tempo indeterminado após o especial de Bussunda. A Globo desmentiu a informação.

    Fica a pergunta básica: como será o programa sem Bussunda? Ele era um quase-líder da turma, era o Lula, o Ronaldo Fenômeno, o craque do Tabajara, enfim, era boa parte da alma do programa. E, por isso, não deverá ser substituído. Mas que vai ser difícil tocar o barco por um tempo sem ele, ah, não tenha dúvida que vai ser. A maior média de audiência da história do programa foi ontem, justamente na homenagem dele. Será se esse público vai saber assistir ao programa sem ele? Vai demorar até termos uma resposta definitiva, mas uma hora teremos.

    ***

    A Diarista também teve a maior média de sua história ontem. E, para variar, o programa estava ótimo. Todos os atores muito bons e o texto, hilário. Serviu também para deixar claro que eu amo a Dira Paes.


    Por Gustavo - 8:34 PM
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    BBC cancela Top of the Pops

    Top of the Pops é um dos programas britânicos que mais tempo permaneceu no ar. Para se ter uma idéia, ele foi criado em 1964 e perdura até hoje. Quem o exibe no Brasil é o People and Arts. A idéia é a de juntar bandas musicais e cantores conhecidos (Kelly Clarkson, Black Eyed Peas, Oasis, Coldplay, Kanye West, só gente assim) fazendo um show. Nada demais. Só que sobreviveu esse tempo todo. Agora, porém, foi cancelado.

    A justificativa da BBC para o cancelamento é simples: os canais de música têm mais força que o Top of the Pops, tirando audiência deste. Pensando bem, é mais que simples: é considerável. Mas não é o suficiente para explicar o cancelamento desse verdadeiro medalhão da tevê mundial que é o Top of the Pops.

    Tá aí o programa que devia ser eterno.

    ***

    O People+Arts exibe o Top of the Pops nas segundas, às 22h30, nas terças, às 03h30 e às 07h30 e aos sábados, às 23h00. A versão que o canal exibe atualmente é a 2005.


    Por Gustavo - 7:41 PM
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    CSI e Emmy combinam?

    A Sony precisa urgentemente de alguém que explique o óbvio para eles: colocar propagandas anunciando determinado episódio com a última cena deste é errado. Pode até funcionar comercialmente, porque todo mundo vai querer ver, mas é desonesto com quem vê. O episódio de CSI desta terça terminou com a cena do policial-medalhão sendo baleado, que é exatamente a mesma da propaganda! Coisa parecida tinha acontecido com Grey's Anatomy na última semana, quando a propaganda anunciou a formação do Meredith e George, justamente a última cena do episódio. Não pode.

    Por sorte da Sony, o episódio em questão de CSI (chamado "Bang Bang") foi ótimo. Tudo aquilo que você espera ver na série (ação inteligente e boas interpretações) aconteceu, e o final de deixar todo mundo intrigado engrandeceu ainda mais a coisa toda. Não é exagero dizer que CSI merece integrar a lista dos indicados à Melhor Série Dramática do Emmy desse ano - e está com grandes chances de sê-lo.

    Na minha listinha dos favoritos às indicações, CSI não é um dos meus cinco escolhidos para Série Dramática. Mas, se eu fizesse uma lista de oito, com certeza estaria lá. O Emmy parece apontar a algumas indicações para a série neste ano, talvez porque nenhuma premiação tenha sido especialmente justa com o programa. Ganhar é muito difícil, pois CSI não é mais uma das séries-estrela deste ano, mas ser indicado bem que é possível.

    E eu fico por aqui roendo as minhas unhas tentando ver qual o melhor caminho para o Emmy desse ano. O anúncio das indicações está perto!


    Por Gustavo - 12:13 AM
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    Terça-feira, Junho 20


    Casseta e Planeta homenageia Bussunda

    Hoje vai ao ar, após Belíssima, o esperado episódio de Casseta e Planeta em homenagem à Bussunda, que morreu no último sábado. Não há a menor dúvida de que será emocionante, por mais que o diretor do programa queira um episódio feito para rir - como se isso, no momento, fosse possível. Vai ser triste, ainda mais sabendo que semana que vem o Casseta não vai ao ar, retornando em tempo indeterminado. A gente espera que dê tudo certo.

    Não há momento melhor para comprar o DVD com os melhores momentos da trupe em 2005 do que agora. Bussunda merece isso. Eu estou providenciando minha cópia, para jamais esquecer a importância do humorista na tevê.

    E que os melhores momentos de 2005 do Casseta e Planeta não sejam também os últimos momentos do programa. É um momento difícil pelo qual eles passam, e toda força é válida.


    DVD com melhor momentos do "Casseta" em 2005 está à venda e serve como lembrança da carreira de Bussunda


    Por Gustavo - 5:25 PM
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    Segunda-feira, Junho 19


    Fazer alarde transformou-se no objetivo principal de Prova de Amor

    Quando A Escrava Isaura estreou, em 2004, a Record queria ir muito longe na teledramaturgia. A contratação de Herval Rossano como uma espécie de "mestre de obras" mostrava isso. Só que muita gente simplesmente não acreditava que a emissora conseguiria ir muito além da tentativa. Hoje, a Record está com duas novelas com relativo sucesso no ar (Cidadão Brasileiro e Prova de Amor) e prestes a dar passos ainda maiores que os atuais - nunca maior que a própria perna, o que é sempre bom. O terreno que a Record conquistou não deixa que comentários que limitem o potencial da emissora ("A novela é boa para a Record" ou coisa do gênero) sejam levados a sério, por mais que eles continuem. Independente da forma como a emissora tenha conquistado seu dinheiro, ele permitiu a contratação de atores fortes, autores igualmente fortes, além da possibilidade de ter estúdios e equipamentos de última qualidade em mãos. E, com tudo isso, temos Prova de Amor.

    Existem duas maneiras de olhar Prova de Amor, e qualquer uma delas é aceitável. Você pode olhar o copo meio cheio: a boa audiência da novela permite concorrência em teledramaturgia por três canais (SBT, Globo e a própria Record) no horário. Além disso, é importante notar o quão bom é continuar tendo um novo mercado no ramo - cada vez mais capacitado, para aquisições e realizações. Só que existe o copo meio vazio: a novela simplesmente não é boa.

    No início, Prova de Amor tinha potencial. Mas não demorou muito até Tiago Santiago perder o fio da meada, exatamente como fez no meio de A Escrava Isaura (o que, nesse caso, quase estragou a novela). Cada trama tomou vida própria e a novela ficou heterogênea. Ao início da novela, fiz uma entrevista com Tiago Santiago para um site e ele tinha dito que cada personagem seria protagonista de sua própria história. Até aí, tudo bem. O que não podia ter acontecido é o controle dos personagens sobre suas respectivas vidas tirar o conjunto da novela. Cada capítulo de Prova de Amor começa com uns dois blocos e meios com a história dos protagonistas. Depois, pequenas cenas desnecessárias e vazias aparecem do nada, totalmente fora do contexto, para os secundários marcarem (rápida) presença. Isso tira do telespectador o tesão de acompanhar a novela.

    Alguns personagens, com isso, ficam extremamente chatos. É o caso de Alexandre, do ótimo Déo Garcez. Ele é um advogado que aparece em todo santo capítulo com umas duas ou três personagens sem função grudadas ao seu pescoço para dar lição de moral ao telespectador. É reclamação da justiça, elogio para bombeiro, informativo para a última lei aprovada, exemplos de discriminação racial, etc. Tem de tudo. Todos os diálogos dele soam datilografados, artificiais. Não há quem agüente - até porque, além de chatas, as cenas são intermináveis. Pior é constatar que não são apenas dois ou três personagens empenhados nessa missão de sair por aí discursando: todos, sem exceção, já tiveram seu momento.

    Notícias andam circulando pela mídia que a Record e o autor Tiago Santiago tiveram um impasse quanto a um suposto casal de lésbicas na novela. A emissora, por ser ligada à Igreja Universal, não queria de jeito nenhum. E o autor queria causar polêmica. Terminou com a vitória dos bispos. Tem também a história dos destinos de personagens postos para votação. No final da novela, serão cinco. A gente fica aqui se perguntado o porquê disso tudo.

    Será que o dinheiro arrecado com as ligações irá para instituições de apoio às famílias de crianças desaparecidas, a pregação principal da novela? Ia causar alarde - o que torna a idéia possível.

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    Bicho do Mato, a novela que vai substituir Prova de Amor daqui a um mês, já está com suas chamadas no ar. A impressão inicial é muito boa. Tem tudo para se concretizar em algo de qualidade.


    Por Gustavo - 11:42 PM
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    Judeus estão insatisfeitos com Belíssima



    Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, a comunidade judaica não está nem um pouco contente com a abordagem que Silvio de Abreu tem feito em Belíssima sobre os judeus. Em carta enviada a Rede Globo, eles reclamam que sentem desconforto ao assistir a novela, além de não gostarem da imagem que ela passa da comunidade ("uma imagem de avareza, perversidade, malvadez"). Historicamente - e eles colocaram isso na carta -, os judeus sofreram essa discriminação e perseguição da humanidade, e Belíssima preserva esse estereótipos.

    A resposta da Globo, também em carta, chama o Brasil de um país que prima pela diversidade em todos os sentidos e que Belíssima tem feito uso disto, através de uma abordagem caricatual para com todas as raças e religiões. O que, convenhamos, é verdade.

    Agora, tente descrever em poucas palavras cada personagem judeu da novela. A mãe de Fred seria "a invejosa que fará de tudo para seu filho não se casar"; o Fred seria "um chato que atrapalha o amor de Safira com Pascoal" e o filho de Fred seria "um menino que insiste no casamento de sua mãe com seu pai e, com isso, atrapalha o amor verdadeiro de Safira". Como é possível ver, a alegação da comunidade judaica tem motivo de existir. Mas, por outro lado, não deve ser levado muito a sério - eu duvido que algum telespectador tenha mudado seu conceito sobre o judaísmo por causa de Belíssima, o que transforma a alegação dos judeus em puro desconforto com relação a um grupo de três personagens, e olhe lá.

    Silvio de Abreu, a essa altura, já deve ter encerrado Belíssima, que termina no dia 07 do mês que vem. Se o fosse o caso dele mudar alguma coisa na novela por causa da carta da comunidade judaica, você concorda que a reclamação veio tarde?

    ***

    Sinhá Moça e a acusação de racismo de um promotor baiano parecem ter inaugurado essa mania de acusar as novelas de discriminação em tudo. Qual será a próxima vítima? Os nordestinos, que se sentem ofendidos por Regina da Glória se inferiorizar ao ir para a cozinha ("já sei, Dona Katina, cusina")? Ou então os descendentes de escravocratas de Sinhá Moça, que devem estar infelizes com o retrato de seus antepassados? Façam suas apostas.


    Por Gustavo - 3:50 PM
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    Domingo, Junho 18


    O Aprendiz com Martha Stewart

    Então Martha Stewart (foto do post) escolheu a Dawna como sua aprendiz? Inacreditável. A outra concorrente, Bethenny, era infinitamente melhor: mais dedicada, mais inteligente e com uma visão empresarial mais adequada. Bastava o evento final para perceber isso. Donald Trump provavelmente faria uma escolha diferente de Martha.

    No final das contas, acabou sendo a escolha ideal para um programa que começou e terminou como um fracasso em todos os sentidos.

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    É natural tentar entender o fracasso do programa. E é fácil, também. Antes de qualquer coisa, O Aprendiz com Martha Stewart nem devia ter estreado. A versão original, de Donald Trump, já via sua audiência decaindo desde a terceira temporada. A quarta, que passou na mesma época da versão de Martha, esteve longe de ser sucesso. Imagina só o que ia acontecer com o estreante? Qualquer pessoa com uma visão mais apurada do que é sucesso na tevê já saberia que dali não sairia audiência.

    Some-se ao erro que foi a própria existência do programa (acertadamente cancelado) o fato dele não ser interessante, e temos a explicação do fracasso do programa. Para se ter uma idéia, o momento da contratação de Dawna foi tão sem brilho que qualquer casal que estivesse conversando sobre quem seria a contratada não ouviria a escolha de Martha. Quando olhassem para a tevê, ficariam no vácuo. Martha também teve sua parcela de culpa: faltou ser dura no momento certo e passar ao telespectador pelo olhar que ela estava feliz fazendo aquilo. Do jeito que a coisa terminou, parecia que até ela não estava se sentindo bem por estar ali.


    Por Gustavo - 11:05 PM
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    Atrações do domingo

    Não vai mudar muita coisa, mas não custa nada deixar aí os destaques do domingo na tevê. Não é impressão, a coisa está feia mesmo.

  • Nem precisa dizer qual é a atração principal do domingo, né? O jogo Brasil e Austrália, pela Copa do Mundo, começa às 13h00, e certamente renderá mais uma excelente média de audiência para a Globo (Brasil e Croácia rendeu 71 pontos!). Para os com tevê paga, Sportv, Espn Brasil e BandSports são outras opções de transmissão do jogo.


  • Aproveitando o embalo, a Globo repete a dose com o especial Brasil na Copa, às 23h45, logo após o ótimo Sob Nova Direção.


  • O People+Arts aproveita o domingo e encerra a primeira e única temporada da versão apresentada por Martha Stewart do reality O Aprendiz. Na disputa pela contratação, estão a descontrolada Bethenny e a centrada Dawna. Quem será a escolhida por Martha? Veja às 21h00.


  • O domingo, como você vê, está com cara de domingo mesmo, cheio de atrações mornas e nada interessantes na sua tevê. Mas o jogo do Brasil, a chance de você ver as séries que perdeu durante a semana (nas reprises!), My Name is Earl (FX, 21h) e A Sete Palmos (HBO, 22h) valem o dia.


    Por Gustavo - 1:21 AM
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    Sábado, Junho 17


    Vá em paz, Bussunda!

    OBS: Acrescentado um novo texto ao final do post.

    Não há maneira mais triste de começar um sábado com a triste notícia do falecimento de Bussunda. Por mais que eu não seja o maior fã do Casseta e Planeta ou que nunca tenha sido o maior fã de Bussunda, é impossível não lamentar a perda de um humorista tão competente como ele, sempre buscando a melhor maneira de levar o humor à casa das pessoas. O que eu e todo mundo pode desejar nesse momento é que a vida de Bussunda siga seu curso natural. Vá em paz, Bussunda!

    Aos familiares e aos colegas de trabalho do humorista, só tenho a desejar muita força nesse momento difícil e meus sinceros votos de pesar.


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    E agora, Casseta?

    A repercussão da triste morte de Bussuda, obviamente, é enorme. Artistas, políticos e atletas manifestam tristeza pela morte do humorista. O que mais me chamou a atenção foi um artigo na Folha Online (link) que questiona o futuro do Casseta e Planeta. Segundo o texto, "A atração das noites de terça deve seguir o destino do extinto 'Trapalhões', desfeito após a morte de Zacarias em 1990 e Mussum em 1994: o telespectador terá a sensação de que 'está faltando alguma coisa', perderá o interesse e esquecerá o programa". É triste constatar que a coisa é ainda pior que no caso de Trapalhões.

    Renato Aragão sempre foi a estrela da trupe dos Trapalhões. Bussunda era o Renato Aragão do Casseta e Planeta. Por mais que, na teoria, todos empenhassem o mesmo papel, a afinidade do telespectador com a figura de Bussunda era maior do que com qualquer outro dos integrantes do programa - sem querer desmerecer os outros, lógico. Mas isso significa que o programa irá ser um fracasso daqui pra frente? A minha aposta é que o humorístico vai sobreviver à tempestade, por mais que as tormentas do início apontem o contrário.

    Quando A Grande Família perdeu a carismática figura de Rogério Cardoso, o vovô do programa, houve uma evidente queda de carisma no início. Talvez pela falta que ele fizesse ou pelo simples fato de que os roteiristas, diretores e atores tivessem sentido a perda de Rogério no programa. Hoje em dia, porém, A Grande Família é um sucesso ainda maior do que antes. Foi um programa que soube sobreviver à perda de um integrante de forma profissional, sem a necessidade de colocar alguém no lugar - como, até por respeito, os integrantes do Casseta e Planeta vão fazer. Assim como Rogério Cardoso, Bussunda é insubstituível.

    Fica a desgostosa sensação de que o programa perdeu sua imitação de Lula, do Ronaldo, além de personagens como o craque preguiçoso do Tabajara - e, com isso, um pouco de sua alma. Mas não deve ser motivo para abandonar o barco, nunca.


    Por Gustavo - 11:35 AM
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    Sexta-feira, Junho 16


    AXN encerra temporada de duas séries

    Nesta sexta-feira, o AXN vai encerrar a temporada de duas de suas séries. A primeira delas é o reality show The Amazing Race, que está em sua sétima temporada no canal. As duplas finalistas são Uchenna e Joyce e Rob e Amber Ron e Kelly, Uchenna e Joyce e Rob e Amber. Quem vence? Veja às 20h00. A outra série, às 21h00, é The Dead Zone, que encerra sua quarta temporada.


    Por Gustavo - 6:11 PM
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    Ídolos evoluiu após compreender o objetivo de seu formato

    Semana passada já era possível perceber que Ídolos não era mais o mesmo. O programa, até aquele momento, era defeituoso, arrastado e até chato. Mas uma reviravolta ocorreu, e o que parecia insolúvel tomou rumo. Nas duas últimas semanas, um amadurecimento na qualidade do programa fez com que tudo soasse mais profissional, mais animado e mais completo do que antes. E, se algo aconteceu, o natural é se perguntar o porquê de ter acontecido. Nesse caso, porém, temos que descobrir o que aconteceu para o programa melhorar dessa maneira.

    É difícil arriscar o que aconteceu. Claro que a edição melhorou, que os apresentadores estão menos exagerados e que os jurados estão mais soltos e espontâneos. Só que isso aconteceu por algum motivo - e a minha teoria é que houve uma tentativa eficaz e feliz de aprofundamento do formato.

    O formato de Ídolos é conhecido no mundo inteiro. Por mais que American Idol seja o programa mais famoso do formato, não foi o precursor. Tudo começou na Inglaterra, mais precisamente no canal ITV1, com o Pop Idol, criado por Simon Fuller. Com o sucesso do programa na Inglaterra, o formato se expandiu pelo mundo, com dezenas de versões em dezenas de países, com praticamente todas fazendo sucesso. A direção do programa deve ter percebido (acertadamente) que alguma coisa andava errada, pois o programa não tinha cara de sucesso - sim, porque ser ele ainda não é até hoje; mas American Idol, por exemplo, também não foi um estouro na sua primeira temporada.

    Analisando o formato, percebe-se - pelo menos nas versões que eu já vi - que todos os programas têm a proposta de formar um ídolo musical, e não um ídolo que emocione multidões com sua história de vida. Percebe-se que o formato sempre acaba resultando em programas robustos, completos, e com tudo em seu devido lugar. A coisa antes andava desorganizada demais; talvez tenha sido pela conturbada demissão da editora do programa, ou talvez ninguém tivesse levado o programa muito a sério por ser do SBT e não ter muita perspectiva de audiência. Agora, é possível encarar Ídolos sem ver ali um programa relaxado.

    A evidente evolução que ocorreu fez com que a dupla Ligia e Beto, os apresentadores, largassem as caras e bocas e percebessem que eles não são o centro do programa. Idem para os jurados. Os participantes pararam de chorar a cada elogio ou a cada salva de palmas e gritaria da platéia. A agilidade adquirida também garantiu um ritmo bacana. Até a iluminação é a ideal. Tudo isso aconteceu porque o programa, propositalmente ou não, se adequou na proposta do formato de Pop Idol. Ídolos não está imitando ou seguindo à risca o que a criação de Simon Fuller dita, e sim compreendendo a proposta e sendo competente na transposição brasileira.

    É dessa maneira que começa uma briga por audiência. O programa antes costumava atingir a liderança com freqüência, isso não ocorre mais hoje. Só que, com a qualidade atual, Ídolos pode ter uma audiência um pouquinho menor, mas ao menos é segura. Na próxima temporada, o programa terá amadurecido ainda mais e poderá entrar no ringue querendo a vitória. E tem tudo para conseguir.


    Por Gustavo - 1:28 AM
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    Ídolos: Davison eliminado

    Que Davison tinha sido o pior do último show de Ídolos, eu tinha escrito aqui ontem. Mas jamais passou pela minha cabeça que ele estaria entre os três menos votados, tampouco que seria o eliminado. Nos últimos dois shows, ele tinha ido muito mal, e o resultado dessa semana reflete o quanto o público é surpreendentemente flexível. Dizer que ninguém está salvo é um exagero, porque Leandro, Angel e Giovana estão seguros por mais algumas semanas. Mas é inegável qiue o público não tem ordem arquitetada de preferência.

    A saída de Davison foi a mesma coisa que a eliminação de Mandisa na última temporada de American Idol: justa para a semana, injusta para o que o cantor em questão representa e desnecessariamente antecipada. Vanessa é minha favorita no momento, pelas duas últimas semanas - mas eu não acredito que ela permaneça muito mais tempo no programa.

    Deixa eu parar por aqui porque o post seguinte é uma coluna sobre o programa.


    Por Gustavo - 1:25 AM
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    Quinta-feira, Junho 15


    Belíssima e o filho de Bia

    Então o capítulo de hoje quer nos mostrar um montes de suspeitos do filho de Bia, hein? A começar por Rebeca, que aproveitou para falar que sua nunca viu sua mãe, que mora no interior. Depois Fladson, que admitiu ter 32 anos (a idade que Silvio de Abreu disse ter o tal filho) na frente de Bia e deixou Tosca em estado de choque. Por fim, na cena seguinte, Vitória. Ah, essa aí é a chamada indireta: quando a novela deixa a pergunta "Fladson é o filho de Bia?" na nossa sala e a gente fica discutindo sobre o assunto, aparece Vitória conversando com a vilãzona, justamente para olharmos pra tela e pensarmos que "Eu acho que é essa aí, a Vitória!". Silvio de Abreu quer nos induzir a muitas idéias, e quantas mais ele nos apresentar, eu vou achar que tal pessoa não é.

    Ainda no capítulo de hoje, meu suspeito maior, o Pascoal, apareceu falando "orfanato". Ok, isso não quer dizer nada. Mas a novela anda tão cheia de indiretas que a gente nunca sabe.

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    De fato, o capítulo de hoje é todo feito para o filho de Bia Falcão. No exato instante em que escrevo este post, Katina e Murat brigam. Por causa adivinha de quem?

    Eu aposto que, com esse clima, a revelação vai ocorrer antes do último capítulo, talvez no penúltimo. O último vai ficar para a "pessoa misteriosa".

    UPDATE: O que foi o desmaio de Tosca? Ela não sabia que o filho de Bia, além de tudo, é filho de Murat? Eu estava crente de que ela já sabia! Obviamente, você deve estar pensando ainda mais que é o Fladson. E a idéia e essa mesmo: o filho que ela tem em casa, além de ser de Bia, também é do marido da melhor amiga. Mas, e se ela estiver sentindo remorso por ter deixado um pecado acontecer, como o amor entre irmãos (Safira e Pascoal), ou qualquer outra coisa?

    Outra questão importante é saber se 1) Tosca definitivamente sabe quem é o filho de Bia, e 2) o filho de Bia sabe que ele é essa pessoa tão importante? O que parece óbvio pode não ser.

    É, a coisa está esquentando!


    Por Gustavo - 10:13 PM
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    Feriado na tevê!

    Para você que não quer perder o melhor do feriado na tevê, hoje, a gente agendou a melhor programação. Em alguns casos, você terá que fazer escolhas difíceis, mas é o tipo de escolha boa. Por exemplo, o final de Everwood (foto) é uma coisa que você não pode perder. Mas deixa eu parar de meter nas suas escolhar, né? O que importa é você escolher o melhor!

    Na programação abaixo, dividimos em tevê paga (muuuuuitas opções!) e em tevê aberta (nem tantas assim...) para facilitar ainda mais. Nessa moleza, não dá para perder nada!

    Tevê paga

  • O E! exibe 50 Best Chick Flicks: Sex, Cries & Videotape, às 19h00, com os momentos mais fofos de comédias românticas no Cinema. Para as mulheres, será uma sessão de choro.


  • Seinfeld ganha um especial de uma hora na Sony, às 20h00, contando a história da série, desde seu início até o final. Reprise às 23h00.


  • A primeira temporada da série de comédia Burn It chega ao final, no Eurochannel, às 20h00. Essa é uma dica interessante para você que quer descobrir uma boa e engraçada série - mesmo que no último episódio...


  • Também às 20h00, CSI: NY, no AXN, terá um episódio que promete ser eletrizante. É uma boa pedida para quem quer começar a olhar as séries com cara de Emmy (está chegando o momento das indicações!) com outros olhos.


  • Ainda às 20h00, na Sony, Desperate Housewives terá o ingresso de Bree no Alcoólicos Anônimos e uma descoberta que Lynette fez em seu trabalho. Reprise à 00h00.


  • Às 21h00, começa Huff, no A&E. Reprise às 02h00.


  • Outra opção é Greys Anatomy, na Sony, ainda às 21h00, com o episódio em que um casal surpreendente se forma. Reprise à 01h00.


  • Everwood chega ao seu final após quatro temporadas, na Warner, às 22h00. Reprise às 02h00.


  • O reality show Project Runway é outra boa pedida para as 22h00, no People+Arts.

  • Às 23h00, My Name is Earl tem uma reprise para quem perdeu o episódio no domingo, no FX.


  • Também às 23h00, House tem mais um de seus episódios, na Universal.


  • Às 23h30 é a vez da reprise de The Office, no FX.


  • Ufa! Quanta coisa!

    Tevê aberta

    A oferta é menor, mas vale a pena.

  • Cobras e Lagartos é uma boa pedida. Globo, às 19h40.


  • Cidadão Brasileiro, na Record, às 20h15, é outra boa pedida de novela.

  • Belíssima, das novelas em geral, vai estar pegando fogo. Globo, às 21h25.


  • A Grande Família terá um episódio centrado onde Tuco sonha estar formado na faculdade. Globo, às 22h30


  • Veja quem sai em Ídolos no SBT, às 22h30.


  • Por Gustavo - 4:22 PM
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    Emily's Reasons Why Not e a honestidade da propaganda

    Já viu a propaganda de Emily's Reasons Why Not, na Sony? Ela começa dizendo que a atriz Heather Graham (a Emily do título e a moça da foto do post) é um sucesso no cinema... mas um fracasso na tevê. E que a série devia ter vinte e dois episódios... mas só teve seis. Coisas que só a Sony faria, por ser um canal que nunca deixa de falar a verdade ao telespectador - pode ver que eles tiram sarro de tudo! Diferente da Warner, ou alguém se esqueceu da forma como eles trataram o "caso Reunion"?

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    Quanto à série, Emily's Reasons se salva apenas pela presença de Heather Graham, que é uma boa e carismática atriz. Sem contar esse fator, eu diria que é um Sex and the City sem boas personagens, sem boas atrizes, sem boas situações, sem bons diálogos e sem sucesso. Mas pelo menos dá para assistir, diferente daquele reality show comentado dois posts abaixo...


    Por Gustavo - 2:53 PM
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    Quarta-feira, Junho 14


    Ídolos: top 8!



    (Nem é preciso dizer que deu problema, né? Mas pode deixar que eu vou atualizar mesmo assim. E vai ser como se fosse no próprio show, um por um. Portanto, se você perdeu as apresentações, não perca essa cobertura "atrasada"! E não deixe de votar!)

    Tema da semana: "intérprete feminina".

    Nome : Leandro (4002-8911 ou SMS com LEANDRO para 72852)
    Música : "Lanterna dos Afogados"
    Arnaldo : Muito bom, mas tome cuidado com o canto.
    Cyz : Eu gostei. Siga esse caminho.
    Thomas : Foi uma interpretação própria.
    Miranda: Mostrou mais do teu canto. Teve problemas nas notas altas. O jogo ainda não está ganho.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário : Foi uma interpretação desafinada, mas Leandro provou ser eficiente no quesito "empolgação". Mesmo tendo sido a primeira apresentação da noite e sem marcar ninguém, ele não deve ter problema na votação porque as linhas estão abertas desde o início. O telespectador vota por impulso, sem ver o resto. Leandro será beneficiado.

    Nome : Davison (4002-8912 ou SMS com DAVISON para 72852)
    Música : "Mutantes"
    Arnaldo : Cara, você melhorou muto. Meus parabéns.
    Cyz : Adorei. Maravilhoso.
    Thomas : Gostei muito.
    Miranda: Hoje você mostrou como você realmente canta.
    Minha nota: 7.0/10
    Meu comentário : Vá a um restaurante ou a um casamento e veja uma apresentação do mesmo nível de Davison. O programa é maior que essa apresentação. Foi moderadamente ok.

    Nome : Angel (4002-8913 ou SMS com ANGEL para 72852)
    Música : "Uma Noite e Meia"
    Arnaldo : Faça o que você fez hoje mais vezes que você vai se dar bem.
    Cyz : Tu fez tudo muito bem. Parabéns.
    Thomas : Apresentação perfeita e correta.
    Miranda: Mandou muito bem. Nunca tinha te visto assim.
    Minha nota: 8.0/10
    Meu comentário : Estou começando a desconfiar que o Miranda percebeu que o favoritismo de Angel é ainda maior que o de Leandro, o qual ele declarou ser o vencedor antecipado da competição - eu continuo achando até hoje. Angel começou desafinando, mas logo deu corpo a uma performance muito boa. Agora, por favor, pare de chorar no final de suas apresentações!

    Nome : Paulo Neto (4002-8914 ou SMS com PAULO para 72852)
    Música : "Quando a chuva passar"
    Arnaldo : Você achou seu espaço na competição.
    Cyz : Hoje você mandou muito bem.
    Thomas : Você merece estar entre esses finalistas.
    Miranda: Hoje você brilhou.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário : Houve uma falta de conexão entre o visual de Paulo e a apresentação, mas mesmo assim foi uma boa performance. Só que pode não ter sido o suficiente para fazê-lo continuar no programa. Se você torce para o Paulo, tem que votar.

    Nome : Lucas (4002-8915 ou SMS com LUCAS para 72852)
    Música : "Se Chove"
    Arnaldo : O melhor da noite até agora.
    Cyz : Bichinho, parabéns!
    Thomas : Você me surpreendou. Hoje, você voltou para a competição.
    Miranda: Você está definindo o seu estilo.
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário : O bom dessa apresentação foi ver que Lucas tem muito potencial. Só que, talvez na necessidade de querer mostrar tudo o que consegue fazer com sua voz, ele tenha lotado a música de firulas, o que desembocou em um conjunto exagerado. Mas ver que Lucas é muito mais que um emulador de Jota Quest valeu a apresentação.

    Nome : Vanessa (4002-8916 ou SMS com VANESSA para 72852)
    Música : "Fixação"
    Arnaldo : Você achou sua praia.
    Cyz : Ótimo.
    Thomas : Uma belíssima apresentação.
    Miranda: Que bom ver que você largou da gravata. Tu foi muito bem.
    Minha nota: 8.0/10
    Meu comentário : Os primeiros instantes foram uma imitação de Paula Toller, até que Vanessa finalmente imprimiu seu lado na música. Nesse momento, em que ela criou uma identidade para a performance - uma identidade competente, diga-se de passagem -, tudo ficou muito bom.

    Nome : Osnir (4002-8917 ou SMS com OSNIR para 72852)
    Música : "Retratos e Canções"
    Arnaldo : Você é um dos melhores cantores do Brasil no momento.
    Cyz : Foi afinado pra caramba! Lindo demais.
    Thomas : Você é uma prova de que, independente de quem vença, teremos mais de um ídolo após a competição.
    Miranda: Tu te saiu muito bem, viu?
    Minha nota: 7.5/10
    Meu comentário : A camisa de seda brilhou demais e houve uma movimentação excessiva quase artificial que quase tiraram o brilho da apresentação. Mas Osnir teve um vocal excelente o suficiente para salvar sua performance.

    Nome : Giovana (4002-8918 ou SMS com GIOVANA para 72852)
    Música : "Madalena"
    Arnaldo : Desafinou, mas foi bem. Essa é uma música de casamento, não gosto. Peço que volte ao seu caminho normal.
    Cyz : Deu umas desafinadas, mas foi tua melhor apresentação.
    Thomas : Me surpreendeu. Você conquistou o público.
    Miranda: Revelou várias facetas do seu eu.
    Minha nota: 7.0/10
    Meu comentário : Faltou ar, houve desafinação e ela parece ter alguns problemas de dicção. A sorte de Giovana é que ela tem carisma de sobra, o que é suficiente para mantê-la na competição por mais uma semana. Porém, no próximo show, é preciso mais que isso.

    Após a análise de apresentação por apresentação, vamos ao que interessa: os resultados.

    Meus favoritos da noite: Vanessa e Angel.
    Meu pior da noite: Davison.
    Quem deveria sair: Davison.

    Agora, vamos às previsões:

    Os três menos votados: Paulo Neto, Osnir e Vanessa.
    Quem sai: Paulo Neto.

    Se eu estou certo ou errado a gente só vai saber amanhã, no programa dos resultados, que comentarei aqui. Até.


    Por Gustavo - 10:09 PM
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    Tommy Lee Goes to College, da Sony

    Algumas idéias surgem do nada; algumas idéias têm embasamento; outras idéias são tão planejadas e arquitetadas de modo para que nada dê errado que soa exagerado. Tommy Lee Goes to College é uma mistura de todos esses três tipos de surgimento de idéias: o fato do Tommy Lee do título deste reality show ser ex-vocalista da banda de rock Motley Crue e ex-marido de Pamela Anderson é um bom motivo para um programa girar ao redor dele - ao menos é uma quase garantia de retorno da audiência -; por outro lado, a presença dele soa tão desleixada que parece ter sido criada no nada; mas o programa também parece tão arquitetado, óbvio e estúpido que deve ter sido inteirinho feito de cabeça pensada. É, não faz muito sentido - exatamente como a existência do próprio programa.

    Falta a Tommy Lee o primordial para qualquer série tão egocêntrica como essa: o carisma. Ele pode ter seus fãs e ser uma figura bizarra, o que garante interesse e uma audiência curiosa por um tempo. Mas quando a dose de curiosidade e de fascinação pela estranheza dele esgotar, é preciso o carisma - não daqueles óbvios, já que com roqueiro não funciona, e sim daqueles que dêem ao personagem central a (ao menos aparentemente) inesgotável fonte de conteúdo.

    A julgar pelos dois episódios iniciais de Tommy Lee Goes to College, que a Sony estreou na semana passada as quartas, 19h00, Tommy Lee é uma figura vazia para o programa. A premissa de fazê-lo retornar ao colégio após uma constatada impossibilidade de poder tocar na sua banda explora o lado da volta ao passado. Só que Tommy Lee vai ao colégio para fazer o quê, afinal de contas? Pensar em inspetoras bonitonas, tocar bateria na banda oficial da instituição e reclamar da rapidez com que os professores falam? Ah, faça-me o favor. A coisa toda é tão sem propósito que a experiência chega a ser constrangedora.

    E uma idéia que tinha tudo para ser ao mínimo engraçada consegue, por mais absurdo que pareça, ser chata. Se fosse apenas ruim, mas aceitável para um momento de tédio, tudo bem. Só que Tommy Lee é um reality show chato e feito para massagear o ego de uma pessoa que não merecia os holofotes para aparecer fazendo nada.

    ***

    Para se ter uma idéia, o gancho de Tommy Lee Goes to College para o próximo episódio é o medo do roqueiro de não ser aprovado para poder tocar na banda oficial do colégio. Ele realmente ficou desesperado com isso na cena final, chutando a barraca e tudo. No fundo, o reality é sobre a luta de um roqueiro para não cair do salto alto em um colégio.


    Por Gustavo - 9:44 PM
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    A calmaria de Sinhá Moça é interrompida com acusação de racismo. Tem fundamento?

    Sinhá Moça, até agora, é uma novela que não empolgou. Tem seus defeitos e qualidades, é verdade, mas o que eu quero expor aqui é o fato de ainda não ter conseguido uma audiência realmente significativa. O público das 18h da Globo é fiel, e se o horário responde a essa fidelidade com novelas de época - que é o suficiente para manter esse público -, a fidelidade continua. Só que pára por aí, já que não há nenhum atrativo grandioso ou significativo. Não deixa de ser um espanto, portanto, que um promotor de Justiça baiano acuse a novela de ser racista. Tudo estava calmo no ferver do molho, até que alguém derrubou a panela.

    Almiro Sena Soares Filho, o promotor da Bahia, acusa Sinhá Moça de mostrar uma imagem errônea do negro brasileiro, como se esse fosse passivo e sofredor. Essa imagem que o promotor acusa a novela de passar estaria prejudicando a auto-estima da população negra no Brasil. Porém, a parte mais interessante da acusação de Almiro Sena é quando ele diz que a novela passa a idéia de que, no passado, os negros precisavam de um herói branco (no caso, o personagem de Danton Mello, que costuma aparecer mascarado para libertar escravos em senzalas) para serem livres.

    A acusação foi noticiada na famosa coluna do jornalista Daniel Castro, da Folha de São Paulo, que continha ainda uma declaração do promotor: "A novela é questionável. Aquilo não é bem a história do negro do Brasil, é uma história deturpadíssima, que omite os quilombos e as revoltas lideradas por negros. Tudo indica que a novela é racista, ainda que o autor Benedito Ruy Barbosa não tenha tido a intenção". Em resposta à declaração, ainda segundo a coluna de Daniel Castro, a Globo disse que a novela tem o objetivo de entreter, informar e educar.

    Com a instauração de um inquérito civil, o promotor talvez veja vantagem na resposta da Globo, principalmente no que diz respeito aos dois últimos objetivos da novela apontados pela emissora: informar e educar. Na visão dele, é justamente onde estaria o problema do racismo. Mas será que Sinhá Moça é realmente uma novela racista?

    Analisando os aspectos apontados pelo promotor, a acusação tem fundamento: a novela não traça um perfil correto da história dos negros no Brasil, principalmente porque passa uma imagem derrotista, que não é real. Também é verdade que a novela aponta um branco como uma espécie de salvador-mor dos escravos. Só que daí a dizer que a novela é racista, há um certo e evidente exagero.

    Como novela, Sinhá Moça não tem o foco histórico de um livro, por exemplo. O objetivo ali é, de fato, entreter. Esse é o objetivo maior - e que a novela atinge com o público-alvo do horário. Dizer que informar e educar é um objetivo pode até soar bonito, mas não é verdade, porque o melodrama e a ficção visível criam uma barreira entre o que o telespectador quer e não quer absorver. Conteúdo e História do Brasil passam longe. É a mesma coisa você querer afirmar que Everybody Hates Chris, da Sony, é racista ao fazer o telespectador rir à custa da desgraça negra. Não é assim. Seria racismo em ambos os casos se ficasse escancarado que o objetivo principal das tramas é passar uma imagem deturpada do negro em geral, o que não aconteceu até agora.

    Tanto Sinhá Moça como Everybody Hates Chris estão muito mais preocupados em entreter o telespectador (com melodrama e sarcasmo, respectivamente) do que qualquer outra coisa. Isso é suficiente para isentá-los de qualquer acusação de racismo.


    Por Gustavo - 2:54 PM
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    Nova temporada de Beautiful People estréia hoje

    A Sony fez com Beautiful People a mesma coisa que fez com Medium: assim que a primeira temporada acabou, a segunda começou, na semana seguinte. Isso é raro, lógico, principalmente em se tratando de Sony e tevê paga. Mas, se aconteceu, ótimo.

    Essa nova temporada de Beautiful People (Sony, 20h), estréia com o episódio "It's All Unphil Here From Here", que focalizará na briga entre mãe e filha (Gilmore Girls lhe veio à cabeça?). Atualmente, nos EUA, a série estrelada por Sarah Foret, Torrey DeVitto e Daphne Zuniga, continua fazendo sucesso no canal pago ABC Family.


    Por Gustavo - 2:06 PM
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    Ídolos ao vivo, aqui no blog

    Hoje, se tudo der certo, tem cobertura ao vivo do Ídolos aqui no blog, naquele esquema de atualizar a página para aparecer mais conteúdo a cada performance. O programa não é ao vivo, mas a nossa cobertura é.

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    É importante frisar o "se tudo der certo", porque se algo acontecer e eu não puder fazer esse tipo de cobertura por aqui, vão me acusar de ter furado com o compromisso. Então, repetindo, a cobertura vai ocorrer... se tudo der certo.


    Por Gustavo - 1:52 PM
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    Terça-feira, Junho 13


    Hoje é dia de Brasil na Copa - qual o canal que você escolheu?

    Nem é preciso dizer que hoje o Brasil estréia na Copa, contra a Croácia. Você sabe e você vai assistir. Mas não é a única coisa do dia, é claro. Tem atrações como Veronica Mars e Will&Grace (cada vez mais perto do fim! Eu não consigo acreditar!). Só que, já que o assunto é Copa, eu quero lhe fazer uma pergunta: você está assistindo aos jogos por qual canal?

    Se você é um dos que não tem tevê a cabo, a resposta é óbvia: Globo. Mas e você que tem tevê a cabo e tem o direito de optar por ver na Espn Brasil, na Sportv e na BandSports? Você está usando as possibilidades que tem ou continua na Globo? Eu optei por acompanhar essa Copa na Espn Brasil, e vou lhes dizer o porquê.

    Todo ano de Copa, a Globo cria toda uma atmosfera de festa para abrigar o maior evento esportivo do mundo (excluindo a Olimpíada, lógico), e com isso acaba esquecendo que futebol exige um jornalismo sério, e não o Galvão Bueno empolgando alguém e reportagens que mostram "como a Alemanha inteira torce pelo Brasil". É inadmissível, por exemplo, escalar a Fátima Bernardes (cujo "conhecimento futebolístico" é nulo, e isso já virou motivo de sarro nacional) ao invés do William Bonner para ir à Alemanha. Ainda que haja uma explicação (Fátima não tem o mesmo poder de Bonner para comandar a bancada do Jornal Nacional), não é a melhor opção para um canal que proíbe qualquer outro de transmitir a Copa - e que, com isso, devia mostrar seu melhor.

    A Sportv, o BandSports e a Espn Brasil conseguem a harmonia perfeita: através de um jornalismo que jamais deixa a torcida e a força de acender a chama da brasilidade que há dentro de cada um de nós, eles conseguem levar a informação competente e precisa. A opção pela Espn Brasil é que lá tem o Juca Kfouri e mais outros comentaristas e narradores muito bons. A Sportv também tem seus comentaristas excelentes, e foi uma decisão difícil optar pela Espn justamente por ter a Sportv como concorrente em potencial. A BandSports é simpática, mas os comentaristas não são lá tão bons como os outros - talvez na Copa que vem o canal esteja ainda melhor.

    É importante deixar claro que a Globo tem seus méritos: a definição de imagem é impecável, por exemplo. E o Cléber Machado é um ótimo narrador. A Sportv e a Espn Brasil, também é importante deixar claro, têm seus defeitos: nas reportagens feitas na Alemanha, há um excesso de sombras que exige um tratamento de imagem especial - ou uma iluminação melhor, para as reportagens ao vivo - que faz falta. Mas isso não é nada quando a gente lembra que mudar para a Globo, além da deficiência pela forma como o jornalismo é encarado, é apoiar o monopólio exercido pelo canal com relação a um evento como esse.

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    Tanto a Globo como os canais pagos possuem a mesma imagem dos jogos. Não há diferença. A Fifa, quando vende os direitos de exibição, automaticamente obriga os canais a transmitir apenas aquilo, sem direito de câmera exclusiva. Quanto a este fator, para você ver, também não há concorrência. Mas aqui é para a melhor.


    Por Gustavo - 1:25 PM
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    Segunda-feira, Junho 12


    Começa tudo de novo na Warner

    Após a movimentada "Semana do Clímax" na Warner, onde todas as séries (com exceção apenas de Everwood, que encerra sua temporada essa semana) terminaram suas temporadas, o canal, como todo ano, começa a reprisar hoje as temporadas inteirinhas novamente, desde o primeiro episódio. Se você perdeu episódios, essa é uma época boa; se você ouvir falar bem de uma série durante a temporada inteira sem nunca dar uma conferida, esse é o momento; e, por fim, como muitas das séries da Warner foram canceladas, você pode curtir as que você mais gosta (nesse grupo, é lógico) pela última vez. Existem inúmeros motivos para enxergar esse período de repetição com bons olhos, mesmo que na realidade nenhum de nós queira ver reprise - se você quer, ótimo, mas saiba que é uma coisa rara.

    Para o futuro (mais precisamente, o mês que vem), a Warner nos reserva novidades. Três séries novas estrearão (The New Adventures of Old Christine, The Evidence e E-Ring) e quatro séries retornaram com novas temporadas (The Swan, Six Feet Under, The L Word e The Bachelorette). Ou seja, se você preferir continuar na Warner a mudar de canal, pelo menos terá a perspectiva de que vem coisa nova por aí.


    Por Gustavo - 3:23 PM
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    Muito mais que um espelho para a mulher do século XXI

    Quando a Globo anunciou, ao final de 2003, que um de seus especiais de fim de ano seria um humorístico com a dupla da peça Cócegas, Heloisa Périssé e Ingrid Guimarães, confesso que torci o nariz. Imaginei imediatamente uma adaptação barata do sucesso da peça e que aquilo não iria dar certo, por mais que as duas fossem ótimas atrizes. Porém, qual não foi minha surpresa, o Sob Nova Direção (nome do humorístico) foi o meu favorito de todos os especiais e, para minha alegria, foi aprovado para entrar na grade de programação da emissora. Sempre tive um pé atrás com o programa, temendo que ele tivesse um lado de "Cócegas, a série" e esboroasse, quando alguma crise de criatividade batesse, mas a competência da série fez isso nunca acontecer.

    Hoje, Sob Nova Direção é o humorístico global mais peculiar e com a identidade própria mais bem desenhada de todos. A Diarista é ótimo, mas não é tão original assim; A Grande Família também é boa, mas trabalha com o cotidiano como a maioria. A série da dupla Périssé e Guimarães sempre focou no cotidiano feminino e, por mais que as personagens pareçam estereotipadas, elas são retratos fiéis da vida feminina no século XXI. É claro que muita mulher pode discordar disso, mas, no fundo, todas elas são um pouco Belinha e um pouco Pit.

    As protagonistas de Sob Nova Direção se dividem entre procurar o homem perfeito e repelir o sexo masculino de qualquer maneira. Pit tem seus planos para o futuro, sempre contando através das datas e incluindo homens e filhos na sua vida; Belinha é divorciada e agora não quer mais saber de homens nem de filhos - mas o acaso fez com que a grávida fosse ela, e não sua amiga Pit. A gravidez de Belinha anda sendo um dos assuntos principais desde o início desta nova temporada da série, já que sempre foi inusitada, e sua vinda foi uma sacada muito inteligente. Nos humorísticos globais é muito fácil ficar, como sempre acontece, no conforto, e apenas explorar a vida dos personagens, talvez por isso uma gravidez em Sob Nova Direção seja tão surpreendente - a vida das personagens finalmente vai mudar e sair do comum.

    Essa iniciativa da série de querer mudar alguma coisa no próprio contexto significa que, novamente indo contra a maré dos humorísticos globais, alguém realizou a auto-crítica e percebeu que um dos defeitos da série era que tudo se passava apenas no mundinho das personagens, e que mesmo o lado externo era moldado pelo ponto de vista das protagonistas. É nesse momento em que a série podia se fechar e permanecer assim até o seu cancelamento; aquele foi um momento primordial para decidir se a coisa ia ou rachava. Sob Nova Direção decidiu ir. Agora, a vida real e o nosso cotidiano parecem estar mais bem inseridos no meio daquele contexto que sempre serviu apenas como retrato da mulher do século XXI. As situações, obviamente, ficaram mais palpáveis; e a grande quantidade de movimentação atualmente visível mostra o quão benéfica foi a decisão de ir além. Se Belinha hoje, além de ser um espelho para a telespectadora, está grávida e tem um trabalho, é porque o seriado levantou da poltrona e resolveu agir.

    É claro que, se com a turbinada de relações e acontecimentos, Sob Nova Direção esquecer que é uma série de humor e que não tem vergonha de tirar sarro de nada, mesmo que isso seja muito mais real que o comum para um humorístico, tudo pode ir por água abaixo. O humor da série tem que ser semovente, e não manipulador.

    Com a competência mostrada atualmente, alguém duvida que a série vai tirar esse desafio de letra?


    Por Gustavo - 1:00 AM
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    Final de Invasion

    Mesmo fazendo parte da mesma emissora de Lost, Invasion foi por muito tempo comparada e conhecida como cópia da série dos sobreviventes perdidos. É bem provável que a premissa tenha sido criada após Shaun Cassidy (também criador de Cold Case) ter assistido a algum episódio de Lost - mas não foi a única série que surgiu com a mesma inspiração, não tenha dúvida -, só que isso não é problema, porque Invasion pode ter sido cancelada, mas sempre foi uma boa série, inspirada em Lost ou não.

    Os toques de mistérios e sobrenatural que Invasion sempre teve foram engradecidos ainda mais pelo excelente acabamento técnico e participação de uma excepcional equipe de efeitos especiais, que acabaram tornando a série cara. O alto custo de produção foi apontado como um dos motivos do cancelamento, e se esse foi um motivo chave para tal medida, talvez tenha sido o correto a fazer, porque a série sem os efeitos especiais talvez não fosse a mesma coisa. O último episódio, por exemplo, repleto de cenas noturnas chuvosas impecáveis, tiroteio, cenários diversos e com inúmeras externas provou que Invasion é aquilo lá mesmo, aquela grandeza, e um custo menor talvez não fosse o suficiente para bancar o que torna a série deliciosa como ela é.

    É claro que tudo terminou muito obscuro, com um desfecho certamente preparado para uma nova temporada que jamais virá. E, talvez involuntariamente, esse recurso misterioso para encerrar a série tenha sido o mais acertado possível. Quase nenhuma série cancelada dessa temporada acabou deixando uma brecha para o futuro; Invasion é exceção - nada mais apropriado para uma série que na maior parte do tempo beirou o subversivo.

    ***

    De todos os finais de temporada da Warner, uma das cenas que eu mais gostei foi a cena da água em Invasion, quando várias mulheres grávidas são levadas ao fundo do mar pelos seres misteriosos e um casal fica apenas olhando tudo, sem reação. Quase não há diálogo, mas a essência da série estava ali.


    Por Gustavo - 12:16 AM
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    Domingo, Junho 11


    Ponto para Cristal

    Na semana que acabou ontem, o SBT estreou sua nova novela da faixa das 19h00, Cristal. Como versão brasileira de O Privilégio de Amar que é, Cristal consegue ser ao menos mais moderninha se comparada ao original - pelo menos isso a novela consegue. Esse é um ponto para a novela.

    Para que você possa constatar essa evolução da original ao remake, nada melhor que ver a abertura. Com a ajuda do YouTube, o blog reuniu a abertura das duas novelas e coloca aqui para você fazer a comparação. Confira.

    O Privilégio de Amar - a original



    Cristal - o remake



    E aí, houve ou não houve uma evolução?



    Por Gustavo - 11:54 AM
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    Sábado, Junho 10


    Palpite forte para o mistério de Belíssima

    Belíssima está muito perto de seu final, que é dia 7 de julho. Sílvio de Abreu, muito provavelmente, já deve ter escrito o último capítulo da novela, contendo as revelações sobre quem está por trás das ligações do André e quem é o filho de Bia. Com essa proximidade do fim, é natural que o telespectador comece a tentar desvendar os mistérios da novela, ainda mais em se tratando de Belíssima, cujos ápices normalmente estiveram ligados ao lado misterioso de sua trama.

    Pois bem, eu tenho alguns palpites fortes sobre os dois principais mistérios da novela. Minha aposta sobre o filho de Bia é o Pascoal. Acho que o fato de seu pai ou mãe nunca ter sido mencionado (ele diz que não se lembra) é um grande passo, e o outro fato de morar perto de Murat ajuda muito. No momento, Pascoal é minha aposta principal. Porém, Vitória e Rebeca andam logo atrás.

    O outro mistério, sobre quem fala com André ao telefone, exige mais cuidado. Eu acredito sinceramente que são duas pessoas. O André certa vez falou "Atende, ordinário!" - isso mesmo, no masculino - e também já falou "você sabe que eu te amo". Aí você pode argumentar que a 'pessoa misteriosa' é homossexual. E eu respondo dizendo que nesta semana, ele falou "Eu não posso fazer isso por vocês". A-há! Acho que matei a charada do Silvio de Abreu.

    Quais seriam essas duas pessoas? Já pensei em Nikos e Tosca, ou Gigi e Mary. No fundo, porém, é bem capaz que sejam duas pessoas que raramente apareceram juntas, como Jamanta e Ornela (ok, um exagero). Ou a coisa pode ser tão óbvia que a deixa todo mundo desacredito de que possa ser e, no final das contas, acaba sendo.


    Por Gustavo - 10:59 PM
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    Situation: Comedy busca uma sitcom com "fator X"

    Há uma certa crise das sitcoms que pouca gente se propõe a comentar, mas que todo mundo percebe que existe. O formato desse tipo de seriados de comédias, sempre de meia hora, com claques, pausa para o telespectador rir e piadas batidas, já não empolga mais como outrora. Ver uma sitcom tradicional ser lançada e fazer sucesso é raro acontecer. Não é à toa, portanto, que existem mais sitcoms sendo canceladas do que sendo lançadas. Essa crise pode ser no próprio formato ou na aceitação do público - ou os dois casos. E o que ocorre é que muita pouca gente está arregaçando as mangas com vontade de mudar a história.

    A aposta do momento é em coisas novas, que surpreendam o telespectador pela sensação de frescor e de originalidade. No caso de uma sitcom, não basta apenas ter a boa piada - é preciso, além disso, ser criativo ao colocá-la no ar. Situation: Comedy, reality show que a Sony lançou no sábado, às 17h00, se propõe a achar justamente essa novidade e ousadia que falta na tevê.

    No primeiro episódio do reality, por exemplo, não foi raro ver Sean Hayes (de Will&Grace) e Todd Milliner (produtor da série, juntamente com Hayes) comentando, ao ver as propostas de sitcoms que os participantes apresentavam, que determinado personagem era parecido demais com um que já estava no ar, ou que a série podia ter uma piada só, ou que quando eles olham para a tevê, todas as sitcoms são iguais. A prova de fogo foi o momento em que os participantes tinham que definir com qual série que já está no ar o projeto deles parecia. Não foi surpresa alguma ver que eles já tinham a resposta na ponta da língua.

    Old Christine (que tem estréia prevista para o dia 18 de julho, na Warner) e Two and a Half Men são exemplos de sitcoms tradicionais que estão dando certo no momento. Há, sem sombra de dúvidas, uma grande diferença entre estas e o resto. Qual seria essa diferença? Talvez no elenco, talvez no foco, talvez nas piadas. Talvez a presença do enigmático e indescritível fator X. Fica por conta de cada telespectador. As duas duplas finalistas (e definidas já no primeiro episódio de Situation: Comedy) já tem a premissa em mãos. A tarefa agora, portanto, é executar: escolher os atores certos, trabalhar com os diálogos corretos e escolher os melhores cenários estão entre os tópicos da planilha de trabalho das duplas. Porém, não adianta apenas fazer tudo certinho; é preciso, além disso, ter um diferencial que conquiste votos após a exibição do piloto.

    Situation: Comedy é extremamente competente ao mostrar o lado dos bastidores da televisão, que é bastante abordado, mas raramente tão aprofundado como no caso deste reality show. Talvez falte uma referência de apresentador ou narrador, o que aumenta a carga de trabalho da edição, que se torna o fio-condutor do programa - a princípio, porém, isso não parece ser um problema. A participação de Sean Hayes, que o telespectador conhece logo que o vê, é carismática o suficiente para criar uma identificação que o gênero dos reality shows anda exigindo muito. Hayes acaba sendo um porto seguro da série.

    Outro aspecto muito interessante no programa é a abordagem da vida do roteirista de tevê. Essa classe, muito maior do que muita gente pensa, deve estar muito agradecida pelo processo de humanização que Situation: Comedy faz. O roteirista costuma ser o culpado indireto pela maioria das críticas que recebe: texto ruim, diálogos ruins, desenvolvimento ruim, personagens mal esboçados... tudo acaba sendo culpa do roteirista, mesmo que ele sequer seja mencionado. A culpa do cancelamento de séries costuma cair em cima dele também - quando, na verdade, é muito maior que isso. Uma das críticas que a NBC, canal de Situation: Comedy, vem recebendo ultimamente é a de que seus roteiristas estão com crise de criatividade. A presença do reality show nesse canal é, por isso, mais do que apropriada.

    Infelizmente, porém, o programa foi cancelado após a primeira temporada, pelo eterno motivo da falta de audiência. O que Situation: Comedy busca com sua proposta é a mesma coisa que acabaria com a crise das sitcoms: o algo novo. E, se os telespectadores não se interessaram por isso, é de se ter medo que ninguém mais esteja com vontade de reinventar o gênero, cada vez menor na tevê. Uma pena.


    Por Gustavo - 9:40 PM
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    Sony e o Jogo dos 7 erros

    Assistir a qualquer programa na Sony nos remete ao famoso Jogo do Sete Erros. Agora há pouco, quando acompanhava Situation: Comedy (comentários em breve), por exemplo, achei dois erros. Sean Hayes virou... Sam, e o símbolo do canal não saiu nem no intervalo! Faltaram outros, eu tenho certeza. Só que eu não vi. Game over.

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    O que é aquela propaganda da maratona de Desperate Housewives, que diz "essa temporada está podre (inclua a visão de uma maçã podre aqui), mas mesmo assim está boa". Eu entendi o significado, mas quem está por dentro das últimas da série nos Estados Unidos pode simplesmente entender com outros olhos.


    Por Gustavo - 6:34 PM
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    Finais de temporada Warner: as sitcoms e The West Wing

    Muita gente pode argumentar que o último episódio de The West Wing não foi tão bom assim, e que isso tirou o brilho do encerramento de uma série que entrou para a história da televisão norte-americana. De certa maneira, esses não estão errados. O último episódio não foi muito bom, é verdade. O início acabou sendo melhor que o meio e que o fim, é verdade. O momento da posse de Santos não foi tão grandioso quanto deveria, é verdade. Só que esse é um problema desta última temporada inteira, que nem de longe foi a melhor das sete da série, porque The West Wing foi histórica. E isso é o que vale.

    A primeira temporada, em 1999 (que este que vos escreve só pode vê-la completa em DVD), chegou sem dimensão palpável de sua importância e cresceu até se tornar lenda. Ninguém é capaz de negar que Aaron Sorkin, o criador, meio que revolucionou o tal gênero da série política na televisão mundial. Quando a importância de The West Wing se sobressaiu à sua própria existência como série de tevê, talvez o programa tenha se tornado lenda - e, com isso, tenha perdido um pouco de seu brilho.

    Durante a última temporada inteirinha, deu para perceber que o texto não apresentava o mesmo vigor, e que os atores tiveram que segurar a série sozinhos. Ver Martin Sheen, Alan Alda, Jimmy Smits e John Spencer (cuja morte devia ter se atrasado um pouco mais, porque ele compunha a alma da série) e qualquer outro ator trabalhando sobre um texto que pendia para o arrastado era a prova de que eles quase sempre foram mais poderosos que a própria série.

    O ex-presidente Barlet, obviamente, teve todo o direito de terminar a série pensando no amanhã, dentro de seu super avião. Esse amanhã, no ramo das séries políticas, sem sombra de dúvidas, será influenciado pelo poder de The West Wing.

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    A sexta-feira também marcou o final de mais três séries, todas sitcoms: Freddie, What I Like About You e Twins.

    Freddie entrou sem muita perspectiva de durar mais que uma temporada. Lá no fundo, a série tinha até sua graça e simpatia, e o carisma do protagonista era grande o suficiente para fazer a série permanecer mais um tempo no ar, até porque muita coisa pior foi renovada. Acontece.

    What I Like About You é uma dessas série ruins que permaneceu mais tempo no ar do que devia. Ora, ver Amanda Bynes fazendo sua gracinhas ao lado de Jennie Garth por quatro temporadas foi um teste de paciência. O último episódio, por exemplo, terminou com o casamento da personagem de Garth repleto de clichês. Para não dizer que nada se aproveitou, ao menos eu pude ver o quanto a música The Way You Look Tonight tem uma letra bonita. E só.

    Por fim, tivemos o final de Twins, que ficou o tempo todo sobre o estigma de ser a série dos mesmos criadores de Will&Grace, quando na verdade era muito mais que isso. Tinha um texto muito esperto e um elenco muito bom, com a Sara Gilbert e o Mark Linn-Baker como destaques. E a Melanie Griffith, lógico. Não merecia acabar tão cedo.


    Por Gustavo - 2:52 PM
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    De volta ao normal

    Os quatro últimos posts do blog foram feitos em cyber-cafés e, diga-se de passagem, feitos com um ritmo um pouco mais apressado do que seriam feitos na "redação". Pois agora, com tudo tranquilizado e normalizado (a explicação deste "tudo" não cabe aqui), podemos voltar ao ritmo normal. E vocês vão perceber isso.

    Obrigado pelo compreensão,
    Gustavo.


    Por Gustavo - 12:09 PM
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    Quinta-feira, Junho 8


    Cantores de Ídolos não capricharam, mas...

    Ontem, muito provavelmente, Ídolos teve o seu pior show. Talvez a primeira semifinal tenha sido ainda pior, mas isso não tira do programa o fato de que o show de ontem foi muito ruim. Porém, pelo menos, o programa engrenou. Espero que definitivamente, porque, como programa que é, a coisa foi boa. Muito boa.

    A direção deve ter se tocado que o programa pode até ter seu lado popular e, com isso, voltado para o povão, mas que isso não significa necessariamente que um ritmo ruim seja obrigação. Tanto não é que o ritmo muito bom de ontem deixou o programa robusto, completo o suficiente para dar a impressão de ser sucesso, mesmo que a audiência não esteja nas alturas. Finalmente, não houve choradeira; finalmente, os participantes deixaram os jurados falarem sem interrupções (excluindo um "obrigado" aqui e acolá, mas isso é perdoável); e, finalmente, os apresentadores não falaram mais do que deviam, apesar de ainda continuarem com o "momento Tititi" e o "momento 'você conhece a promoção da Semp Toshiba?'" e continuarem com explicações mil sobre como votar.

    É claro que a irregularidade do programa nos deixa pensando se esse ritmo excelente vai se repetir na semana que vem ou mesmo hoje, no show dos resultados do programa, que anda sendo um problema semanal - haja enrolação! Hoje o programa terá mais uma prova de fogo; se aprendeu, de fato, com os erros do passado, a enrolação acabará e o ritmo evoluirá com relação ao último show dos resultados.

    Quanto ao show em si, como já disse, a coisa foi ruim e foram muito poucos os destaques. Gostei do Osnir, da Vanessa (surpresa!) e um pouquinho da Thais. E só. De resto, todos os outros resolveram aportar em portos seguros e cantar quem faz a cabeça do povão ou quem lhes interessa emular. Não foi surpresa, por isso, ver Paulo Neto cantando Cazuza pela segunda semana consecutiva (Codinome Beija-Flor é uma ótima música, mas com ele ficou com cara de imitação barata - que é justamente o que ele quer parecer se continuar com Cazuza ou algo do gênero) e Lucas Poletto cantando Jota Quest (também ficou com cara de imitação barata - aliás, ficou com cara de imitação barata desafinada).

    Aí você pode me perguntar de o Osnir também não ficou no seu porto seguro, que é o sertanejo. Mas esse é um outro caso. Ele canta sertanejo muito, mas muito bem, e deve seguir justamente esse caminho, a não ser que o tema de semana exija outra coisa. O caso de Lucas, por exemplo, é que ele ainda não tem um gênero feito. Ele pode cantar qualquer coisa. O Osnir é sertanejo e ponto final, não tem conversa. Eu até acredito que ele possa ir além, mas enquanto puder respeitar o que ele canta muito bem, a gente vai aceitar.

    E o meu voto? Essa semana (esquecendo a brincadeira do 'Vote pelo pior' da semana passada) foi para a Vanessa. Ainda que o Osnir tenha sido o melhor, ela foi quem evoluiu mais e está com um perigo maior de eliminação. Isso sem contar o fato de que ela é linda.

    ***

    Eu realmente não imagino concretamente uma eliminação hoje. Talvez Vanessa seja a opção mais óbvia, só que duvido que uma mulher saia. Está na hora de um homem sair. Paulo Neto? Se os jurados não tivessem dito que ele foi o melhor da noite (e com ele sendo um dos últimos a se apresentar, o que sempre ajuda), eu até apostaria que o eliminado da semana seria o emulador de Cazuza. Mas ele parece estar seguro.

    Hoje está com cara de que Davison ou Lucas sairão, mas gritos histéricos das adolescentes fanáticas me deixam na dúvida sobre isso.

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    Após a apresentação de Davison, vocês também perceberam o fato abaixo? Ou foi apenas uma impressão minha?

    Arnaldo: "Você foi muito certinho hoje, escolhendo essa música com cara de playboy e branquinho".

    [Público aplaude o final dos julgamentos de Davison enquanto ele vai até Ligia e Beto]

    Ligia: "Vem pra cá, negão!"

    [Público vaia Ligia]

    Não achei nada legal essa discussão racial, principalmente porque ela continuou na conversa entre Davison com Ligia e Beto, com Davison insistindo que o Jota Quest "tem essa coisa black". O programa não é sobre isso, por favor.


    Por Gustavo - 8:24 PM
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    Quarta-feira, Junho 7


    Smallville, Joey e Two and a Half Men

    Nesta temporada, eu preciso confessar, me rendi à Smallville. E eu vou dizer o porquê: esta é uma das melhores séries do horário nobre (o tal "primetime") da Warner. É bem capaz que tenha sido até mais que uma das melhores - talvez tenha sido a melhor.

    Todos os episódios, sem exceção, foram bons Alguns apenas isso, bons; outros foram muito bons; e outros foram intocáveis- o caso do último da temporada, que a Warner exibiu na última terça-feira. Houve muita surpresa, muita adrenalina; a cada episodio, ou era alguém que morria, ou um casal se revelava, ou determinada personagem fazia um striptease inusitado (o da Lana foi inesquecível), ou qualquer outra coisa surpreendente. Isso sem contar que, mesmo peculiares, os efeitos visuais foram todos excelentes. Foi uma temporada irresistível.

    Como se não bastasse, o último episódio terminou com o mundo em caos e o nosso herói Clark Kent perdido no meio da galáxia. A próxima temporada, pra variar, promete.

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    E o que dizer do final de temporada das duas sitcoms que antecedem Smallville? Joey, como a gente sabe, estava fadada ao cancelamento já a um bom tempo - e o último episódio da série, totalmente sem graça, provou que isso era mais que justo. A televisão às vezes é feita de algumas idiotices, e achar que um personagem de Friends como Joey renderia uma boa série é uma delas.

    Por fim, Two and a Half Men pode não ser a sitcom perfeita, mas ao menos é divertida e tem o sempre ótimo Charlie Sheen - na visão dos produtores, por ser sucesso de audiência, a série também é lucrativa. O último episódio foi meio que para dar um futuro nos personagens, mexer na vida deles de verdade. Uma sitcom é feita de situações na vida dos personagens; o último episódio de Half Men foi além disso, certamente querendo mudanças para a próxima temporada. Tomara que o que esteja por vir com essas mudanças seja ainda melhor - mas prefiro não exigir muito, porque pelo menos o que esta série é hoje é melhor do que era antes, diferente da maioria.


    Por Gustavo - 12:57 PM
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    Terça-feira, Junho 6


    Cristal ainda é pouco para o que o SBT quer fazer em sua teledramaturgia

    Cristal estreou ontem, segunda-feira, no SBT, e ficou claro desde o início que a emissora aposta na novela. Houve uma troca de horários no jornalismo da casa para que a novela se encaixasse no horário das 19h00 às 20h00. Talvez pelo fato da Record ter tido (e estar tendo, é bem verdade) sucesso nessa faixa, o SBT acreditou que podia ter também.

    Silvio Santos tirou Herval Rossano da emissora dos bispos e o levou à emissora da Anhanguera com o objetivo de, assim como fez na Record, dar uma melhorada no núcleo de dramaturgia - uma responsabilidade tão grande quanto a de Ana Paula Padrão e o núcleo de jornalismo do SBT. A primeira novela de Rossano em sua nova emissora é essa Cristal, uma adaptação brasileira da mexicana O Privilégio de Amar. É, de certa maneira, um início completamente seguro e óbvio, assim como foi criar um remake de A Escrava Isaura na Record. O SBT até contratou a autora Anamaria Nunes (uma das co-autoras de Isaura, ou seja, já trabalhou com Rossano) para fazer uma adaptação cujo objetivo é ser igual em tudo da versão original (que não é tão original assim, já que Privilégio também é uma adaptação de outra novela latina). O resultado não podia ser outro: ficou parecendo uma novela mexicana.

    Ao optar por isso, Rossano, Anamaria e Silvio Santos devem ter consciência de que a abrangência de público não será grande. Só mesmo quem já está acostumado com as novelas latinas da casa acabará se tornando telespectador fiel. A média que a novela teve no horário reflete isso: 9 pontos, com picos de 12. Variando um pouquinho para mais ou para menos, essa é a média que grande parte das novelas do SBT (latinas ou brasileiras) conseguem. Ou seja, não mudou muita coisa.

    É um grande risco o SBT continuar com essa mania de fazer adaptações de novelas latinas ou continuar trazendo novelas latinas dubladas para o Brasil, porque isso fixa (se é que já não foi fixado) na cabeça do telespectador a (correta) idéia de que, na emissora, tudo quanto é produto de teledramaturgia acabará pendendo para esse lado mexicano. Quando a Record contratou Herval Rossano, a idéia era justamente a de mudar o conceito antecipado que o telespectador tinha - e, por mais que não tenha havido grandes mudanças entre o objetivo anterior e o atual (o que mudou foi mais a qualidade da produção), a audiência por lá aumentou bastante.

    Como produto de teledramaturgia que é, Cristal é uma decepção. Não há nenhuma grande novidade no elenco, que, como de costume, traz atores que novela-após-novela estão na tela (Bete Coelho, Bianca Castanho e os outros atores que você não conhece pelo nome, mas pela cara, que o digam). Talvez Dado Dolabella, num incrível exercício de interpretação de si mesmo, e Bárbara Paz, a melhor atriz da estréia e a única capaz de trazer um pouco de alegria e vida à trama, foram exceções. A culpa não é deles se o figurino e a maquiagem é exatamente a mesma de O Privilégio de Amar.

    Também não se pode exigir muito do texto de Anamaria Nunes, que segue à risca, como já disse, o texto mexicano. Os diálogos, do pouco que me lembro de O Privilégio de Amar, são muito parecidos (e parecem todos datilografados - faça o teste de apenas ouvir a novela, sem vê-la), e os personagens todos, unidimensionais. Se os atores não engrenarem em nenhum momento da novela (como aconteceu com Os Ricos Também Choram), a culpa é justamente desses personagens unidimensionais constrangedores.

    Se o SBT realmente quiser crescer em dramaturgia como aconteceu com a Record, é preciso mais que Herval Rossano ou Dado Dolabella. É preciso mais que adaptações mexicanas. É preciso mais que o apresentado na estréia de Cristal.

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    O primeiro capítulo de Cristal foi inteirinho baseado na extraordinária saga da mocinha coitadinha que vira uma vilã altiva e muito malvada. Começou com takes de um desfile no presente e da dita personagem sendo aplaudida como estilista, e pulou para o passado, onde a mesma personagem, ainda moça e como empregada coitadinha em uma quase-mansão, chorava seu amor pelo filho da patroa, que estava se preparando para virar padre.

    No meio de uma briga artificial entre patroa e mocinha coitadinha, já sabemos basicamente qual vai ser o futuro daquela relação. Em uma única noite de amor, mocinha coitadinha fica grávida do filho da patroa e é despedida quando os patrões descobrem (em uma cena horrível, em que ela anda para um lado, saindo pela frente da casa, e a patroa malvada diz: Saia pelos fundos!). Como não poderia deixar de ser, em segundos a mocinha coitadinha fica com um barrigão de nove meses e, mesclando imagens entre a dor de seu parto e a felicidade do filho da ex-patroa sendo nomeado padre, tem o filho.

    Depois, a câmera passeia com ela pelos lugares mais miseráveis de São Paulo capital no passado por uns dois minutos, e o tempo todo ela chora copiosamente sua miséria com o filho (quer dizer, agora sabemos que é uma filha) na mão... até decidir colocá-la para adoção. E, numa das piores cenas da história recente da teledramaturgia brasileira, ela sobre um morro que dá na entrada de um orfanato e, à lá Harry Potter, deixa a filha na porta do lugar, em uma cestinha. Depois, mocinha coitadinha desce o morro e, lá embaixo, diz:

    Juro que não vou ter compaixão na minha vida. Juro que agora vou ser muito, muito má. Ninguém vai me fazer mal. Quem está em cima não respeita quem está embaixo. Eu juro que vou crescer na vida e ser má. Juro! (eco neste último Juro!).

    Pronto. Agora, mocinha coitadinha virou vilã muito, mas muito malvada (Juro!). É o suficiente para voltarmos ao presente. E eis que lá está a vilã muito malvada mandando e desmandando em sua empresa do mercado da moda. O que importa é, nestes últimos minutos em que a trama se passa no presente, mostrar ao público que, além de malvada, ela também é infeliz. Cristal faz questão de ressaltar isso em uma conversa com vilã e sua amiga perua devidamente caracterizada. Amiga de vilã, para consolar a infelicidade desta, diz: Vitória, não fique assim, você é uma pessoa... vitoriosa!. Por este diálogo sensacional (sic) é que eu me lembrei (o único, aliás) do nome da vilã.

    Ah, e ao final, ficamos sabendo que a filha da vilã (Bianca Castanho, a Cristal, ou melhor Cristina) é atropelada pelo marido da vilã e que... estava achando que a novela ia perder a oportunidade de fazer esse suspense?!


    Por Gustavo - 1:04 PM
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    Without a Trace e Dancing with the Stars



    Dos três finais de temporada da Warner de ontem (Without a Trace, Close to Home e Cold Case), o melhor, disparado, foi o de Without a Trace. Muito provavelmente, o episódio de ontem foi o melhor desta temporada da série, com um ritmo impecável e um texto de tirar ao fôlego. Na realidade, Without a Trace seguiu o mesmo passo dos outros finais de temporada policiais da última segunda: resolveu olhar para si por um momento e fazer a trama girar principalmente sobre os próprios personagens. E, como não poderia deixar de ser, deu certo nos três. Mas ficou melhor em Without.

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    Sobre a estréia de Dancing with the Stars, só tenho uma palavra: uau. A verdade é que eu adorei.


    Por Gustavo - 12:14 PM
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    Domingo, Junho 4


    Almanaque para você não se perder nessa semana tão movimentada na tevê

    A semana que começa neste domingo vai ser muito movimentada na tevê. Vai ser tão movimentada que eu resolvi criar um almanaque para você não se perder enquanto muda de canal. É importante manter o foco nos programas que realmente vão importar.

    Se for o caso, imprima esse almanaque ou anote na sua agenda todos os programas que te interessam. Depois, é só ajeitar a pipoca no microondas ou no fogão, correr para o sofá (com uma cobertinha, se estiver frio) e curtir a programação.

    Vai ter estréia de novela, final de novela, final de séries, um montão de coisas! A tevê paga e a aberta terão vez. Tente não perder nada!

    Vamos ao que interessa: o almanaque, que está separado por datas. Não existe moleza maior que essa!

    Segunda-feira, 05/06


    Versão original de Dança com Famosos, Dancing With the Stars chega ao Brasil

    A semana vai ser recheada de finais de temporada das séries da Warner, e eles começam já na segunda-feira, com o trio de séries policiais. Without a Trace (20h00), Close to Home (21h00) e Cold Case (22h00) encerram suas respectivas temporadas, mas retornarão com novos episódios em breve, porque foram renovadas. Podem comemorar.

    O SBT vai estrear sua nova novela, Cristal, às 19h00. A novela tem Dado Dolabella e Bianca Castanho nos papéis principais, e a trama tem toques do mundo da moda, talvez por influência do sucesso de Belíssima. A direção é de Herval Rossano.

    Ainda no SBT, o programa Aprendendo Sobre Sexo estréia às 22h15. Basicamente, se trata daquilo que o próprio nome se propõe a dizer: educação sexual. Detalhe para o horário inusitado em que o programa vai ar.

    Outra estréia super esperada da segunda-feira é o Dancing with the Stars, a versão original do quadro que é sucesso no Domingão do Faustão, o Dança dos Famosos. O programa vai ao ar no People+Arts, às 21h00. Porém, fique atento a um detalhe: a estréia é na segunda-feira, mas o programa também irá ao ar nas quartas-feiras, igualmente às 21h00. Serão, portanto, dois dias na semana com Dancing with the Stars.

    Terça-feira, 06/06



    The Closer encerra temporada, na TNT

    Na terça-feira, será a vez de Joey (20h00), Two and a half Men (20h30), Smallville (21h00) e Supernatural (22h00) encerrarem suas temporadas na Warner. Todas, com exceção de Joey, foram renovadas. Aguarde novos episódios para breve.

    Além das séries da Warner, outra série, da TNT, terá sua temporada encerrada: The Closer (22h00). Com um episódio de 70 minutos de duração (dez a mais que o normal), a protagonista Brenda Johnson terá que assumir o papel daqueles que ela sempre ajudou. Será a vez dela ajudar a si mesma, defendendo-se de um processo judicial. A série também foi renovada para uma segunda temporada.

    Quarta-feira, 07/06


    Qual será a morte chocante no fim de The OC?

    Seguindo a trilha de encerramento de séries da Warner, será a vez de The O.C (20h00), Reunion (21h00) e Related (22h00). A primeira terá um final chocante e foi renovada. A segunda não vai ter um final com algum objetivo porque já tinha sido cancelada faz tempo. A última também foi cancelada.

    Na Sony, ocorrerá a estréia de duas séries para ocupar o lugar vago deixado por American Idol. A primeira é Tommy Lee Goes to College, sobre um roqueiro que ficou impossibilitado de poder tocar em sua famosa banda e resolve retornar à faculdade que largou quando tinha 19 anos. Tommy Lee é um reality show que teve todos os episódios de sua primeira temporada no ar, mas que mesmo assim foi cancelada. Vai ao ar às 19h00.

    A segunda série da Sony, que vem para ocupar o horário das 19h30, é Emilys Reasons Why Not, estrelada por Heather Graham e também cancelada. Trata-se de uma comédia romântica comum que, como num recorde, viu suas chances de continuar no ar morrendo logo após a exibição do primeiro episódio.

    Quinta-feira, 08/06


    Chega ao fim a temporada de Gilmore Girls

    Gilmore Girls (20h00) e ER (22h00) vão encerrar suas temporadas na Warner nesta quinta-feira - e seus fãs podem ficar felizes porque ambas foram renovadas para mais temporadas. Não estranhe a ausência de Everwood na lista, porque a série ainda vai perdurar mais uma semana até seu último episódio ir ao ar. É uma exceção.

    Nesta quinta-feira também ficaremos sabendo que raios são os tais programas Especiais que a Sony prometeu para tapar o buraco deixado pela ausência da noite dos resultados de American Idol. Sejam eles o que for, irão ao ar às 19h00.

    Sexta-feira, 09/06


    The West Wing chega ao fim

    A reprise de A Escrava Isaura, que a Record levou ao ar pouco tempo depois de seu encerramento comum, finalmente vai chegar ao seu final. A surpresa aqui é a promessa do autor e da direção da Record que um novo assassino será nomeado como o culpado da morte de Leôncio (Leopoldo Pacheco). Na primeira vez, Chico, o capataz do vilão, era o assassino. Desta vez, quem será? É o que veremos, às 22h00.

    A sexta será dia de encerramento das temporadas de Freddie (20h00), What I Like About You (21h00), Twins (21h30) e The West Wing. Agora, prepare-se: todas essas séries da Warner foram canceladas. Vai ser emocionante se despedir de todas elas, não?

    Por fim, no FX, a imperdível Plimp Up, Hos Down estreará às 22h00. A série é sobre um cafetão que resolve se salvar do mundo dos pecados e... o que acontece eu não conto para não estragar. Portanto, tente não perder essa estréia.

    Sábado, 10/06


    Queer Eye for the Straight Girl chega à tevê paga

    Às 17h00, a Sony vai estrear o reality show Situation Comedy. O reality é sobre uma disputa de duas equipes de roteiristas que tem seis semanas para escrever e produzir uma sitcom. A equipe vencedora terá a chance de transformar o projeto de sitcom em uma sitcom de sucesso. Quem está por trás desse reality é Sean Hayes, de Will&Grace.

    Logo após Situation Comedy, a Sony vai estrear o também reality show Queer Eye For the Straight Girl, que tem a mesma proposta de Queer Eye For the Straight Guy, com a diferença que na última o programa se dispunha a mudar o visual de homens, e na primeira, a estréia, ele se dispõe a mudar o visual de uma mulher. O criador da série diz que com Straight Girl a tarefa será mais difícil que em Straight Guy, porque homens precisam do básico, já as mulheres sabem o básico, o que querem são novas opções.

    Domingo, 11/06


    Invasion encerra temporada e sua trajetória na tevê

    A Fox vai realizar uma maratona de quatro episódios da série Bones, que mistura arqueologia e FBI. Essa maratona começará às 16h00 e terminará às 20h00. Para quem ainda não conhece a série ou perdeu algum episódio, é uma opção mais que interessante.

    E, para fechar a semana de encerramento de temporadas, a Warner leva ao ar o final de Invasion, às 22h00. A série começou com o objetivo de ser um novo Lost, tentando pegar carona na idéia de série repleta de mistérios. Mas acabou não vingando. Por isso, a série foi cancelada após o fim de sua primeira temporada.

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    Além dos programas citados no almanaque, ainda irão ao ar, obviamente, os programas de sempre. Ou seja, a semana vai estar movimentada mesmo. Espero ter ajudado com esse almanaque.


    Por Gustavo - 1:10 PM
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    Chega ao final o reality show Joga Bonito

    Acaba neste domingo, às 21h00, pela Band, a segunda temporada do Joga Bonito (tudo bem, a primeira temporada se chamou Joga 10). Os "jurados" do programa finalmente vão decidir qual candidato vai poder realizar um estágio em um clube de futebol famoso no exterior por um bom tempo e, além disso, receber todo o apoio da Nike (que patrocina o projeto) com materiais esportivos.

    É importante deixar claro que, mesmo não sendo um sucesso de audiência (convenhamos que o horário não favorece muito), Joga Bonito foi, até agora (e provavelmente até o fim, porque é muito difícil decair justo no último episódio), um dos melhores reality shows da história desse gênero no Brasil. O trabalho estético e de direção, além da condução da edição, foram impecáveis. Um programa quase intocável.

    No momento, é importante comparar com reality shows como Ídolos, por exemplo, que é tecnicamente ruim e com um ritmo péssimo. Não é implicância, é apenas uma constatação de que é possível ser melhor, que é possível atingir um nível de qualidade como o de Joga Bonito. Basta empenho. O mínimo que eu posso querer é que sirva de exemplo para o gênero no país.


    Por Gustavo - 12:38 AM
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    Sábado, Junho 3


    TCA Awards divulga indicados de 2006; confira nossas preferências

    O TCA Awards é uma premiação realizada pelos críticos de televisão dos Estados Unidos. Na última quarta-feira, os indicados à edição de 2006 do Prêmio foram anunciados e começaram os debates sobre quem deve ou vai ganhar. O blog Televisionando apresenta logo abaixo os indicados e um pequeno comentário sobre nossa preferência para vencer a premiação. Sinta-se a vontade para deixar seus pitacos também.

    Programa do Ano

    Greys Anatomy
    Lost
    The Office
    Família Soprano
    24 Horas

    Quem merece ganhar: Tudo leva a crer que os mistérios e a paixão da crítica americana por Lost vão fazer a série se dar bem na categoria. Mas o fato da atual temporada de Soprano ser a última também coloca a série como uma das favoritas. Na realidade, Greys Anatomy é a série que mais merece o prêmio no momento, por ter crescido monstruosamente da primeira para a segunda temporada e estar fazendo sucesso merecido com público e crítica.

    Melhor Série de Comédia

    The Daily Show (ainda não conheço, portanto, vou comentar sem contar essa aqui)
    Everybody Hates Chris
    My Name is Earl
    The Office
    Scrubs

    Quem merece ganhar: Será muito difícil a festejada The Office sair da premiação sem esta vitória. Nos Estados Unidos, esta é uma série muito querida por todo mundo, e a presença de Steve Carrel também faz dela a franca favorita. Mas nunca escondi de ninguém o quanto My Name is Earl me fascina e alegra meu dia. Por ser uma série tão competente, merecia ganhar.

    Melhor Série Dramática

    Greys Anatomy
    House
    Lost
    Família Soprano
    24 Horas


    Quem merece ganhar: Greys Anatomy merece esse aqui também, pelos mesmos motivos que a torna merecedora do prêmio de Programa do Ano. Mas dificilmente vai acabar levando algum dos dois prêmios. O vencedor daqui parece estar diretamente relacionado com o da categoria de Programa do Ano. Se Lost vence esta aqui, Família Soprano ganha o de lá, e vice-versa.

    Melhor Minissérie, Filme para tevê ou Especial

    American Masters: Bob Dylan: No Direction Home
    Elizabeth I
    Masterpiece Theatre: Bleak House
    Sleeper Cell
    Viva Blackpool


    Quem merece ganhar: Nessa categoria, por não conhecer todos os indicados, me resumo a dizer que Sleeper Cell é quem merece, e o especial do Bob Dylan é o que vai acabar ganhando.

    Melhor Novo Programa do Ano

    Big Love
    The Colbert Report
    Everybody Hates Chris
    My Name Is Earl
    Prison Break


    Quem merece ganhar: My Name is Earl, por ser uma série fantástica, é a grande merecedora. Mas Prison Break segue coladinha logo atrás - e não se surpreendam se acabar ganhando.

    Melhor Atuação Cômica

    Steve Carell (The Office)
    Lauren Graham (Gilmore Girls)
    Jason Lee (My Name Is Earl)
    Jon Stewart (The Daily Show with Jon Stewart)
    Stephen Colbert (The Colbert Report)


    Quem merece ganhar: Steve Carell vai acabar ganhando, com merecimento. Mas o coração deste que escreve diz que Lauren Graham é quem merece a coroação por seus anos de Gilmore Girls.

    Melhor Atuação Dramática

    Alan Alda (The West Wing)
    James Gandolfini (Família Soprano)
    Hugh Laurie (House)
    Kiefer Sutherland (24 Horas)
    Kyra Sedgwick (The Closer)


    Quem merece ganhar: Alan Alda é um grande ator, e seu trabalho em The West Wing foi, do início ao fim, extraordinário. Seria uma injustiça esnobá-lo para premiar quem quer que seja.

    Prêmio Herança

    Will&Grace
    The West Wing
    Hallmark Hall of Fame

    Quem merece ganhar: Meu coração terá eternamente um pedacinho de Will&Grace. Só que a série não deixará necessariamente uma herança - o que tira todas as chances de vitória na minha opinião. O prêmio acabará sendo de The West Wing por ter engrandecido o gênero dramático-político na tevê americana e por sempre ter sido um ótimo programa.

    O anúncio dos vencedores ocorrerá dia 23 de julho.


    Por Gustavo - 11:15 PM
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    Medo de Meat Loaf na final de American Idol

    Na quinta-feira, por um motivo de força maior, só pude acompanhar a hora final da season finale de American Idol. Estava tudo muito bacana. Hoje assisti ao episódio inteiro, com a primeira hora junto, e fiquei com a impressão de que era melhor só ter visto a última hora.

    Eu nunca senti tanto medo assistindo ao American Idol como nesta final, onde um certo Meat Loaf fez uma apresentação em conjunto com a nossa Katharine McPhee, e aterrorizou geral. Fiquei com medo dele fazer alguma coisa de muito ruim para Katharine. Para nossa sorte, nada aconteceu. Mas podia. Graças ao YouTube, posso colocar o vídeo para vocês comprovarem o que eu estou dizendo. Se você não aguenta emoções fortes, porém, eu recomendo que evite o vídeo, ok? É terror puro!



    Por Gustavo - 7:27 PM
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    Mérito de Carga Pesada é criar identificação com o telespectador sem ser óbvia ou repetitiva

    No primeiro episódio desta nova temporada de Carga Pesada, que teve estréia na última sexta-feira, Pedro, personagem de Antonio Fagundes, passou o tempo inteiro atormentado por fantasmas, vultos, ventanias, tudo muito sobrenatural. Justamente por isso, o episódio praticamente foi feito de cenas na noite. A melhor seqüência de todas, porém, foi uma das poucas gravadas de dia. O momento em que Pedro está um bar de beira de estrada e vê uma loira, igualzinha à que estava lhe atormentando com os vultos durante os momentos anteriores, tomando um café gerou um suspense muito bem arquitetado. A moça, porém, se levanta da cadeira e vai até um banheiro. Pedro a segue. Ele entra no mesmo banheiro que ela e a procura, sem sucesso. Como suas visões de vultos e fantasmas tinham sido todas em banheiros, a sensação que fica é a de que ele as teria de novo. O suspense criado pelo texto também deu essa impressão. Pedro fica abrindo portas, procurando a moça com o olho arregalado de medo. Música cresce. Clímax parece próximo. Mas o texto percebe que repetir uma idéia (a do fantasma do banheiro) já utilizada em excesso (três vezes no episódio antes dessa cena), novamente, por mais que o telespectador a esperasse, seria explorar demais um recurso limitado. E a cena acaba por ali.

    Todas as temporadas anteriores de Carga Pesada sempre prezaram por isso, por nunca exagerar no uso de um determinado recurso ou se repetir. Talvez por esse motivo, essa seja uma das melhores séries da história recente da Globo, sem dúvida, com eficiência e qualidade. O mérito de nunca se repetir leva a série a um patamar de identificação ímpar com o brasileiro, seja ele de qualquer classe social. A brasilidade, aflorada com a proximidade da Copa do Mundo, mostra que somos um mesmo povo, com a mesma forma de ser e conviver com nossos problemas. Por isso, a identificação: Pedro e Bino e os personagens que compõe a série a cada episódio pensam e vivem como brasileiros comuns, podendo, mesmo assim, criar identificação com brasileiros de características restritas.

    O formato de road-série, sem cenário fixo, como se fosse uma série nômade, também ajuda no processo de não fixar a proposta da série em determinada região ou o que quer que seja. Carga Pesada é uma road-série de classe, porém: os personagens estão sempre trabalhando ao andarem no caminhão que os leva de um lado para o outro, e o que eles vivenciam é único, é exótico, e prova que para uma série criar identificação, não é preciso ter as mesmas situações da nossa vida, mas sim o mesmo espírito. Pedro e Bino viram um espírito em um bar de posto de gasolina na beira da estrada, e mesmo sem nunca ter acontecido algo parecido comigo (creio que com você também não), deu para se identificar com os personagens e com a alma da série.

    Obviamente, identificação e o sucesso da série estão muito ligados ao horário da mesma, além da competência de Stênio Garcia e Antonio Fagundes como os protagonistas e únicos atores fixos da série. Mais uma vez utilizando o primeiro episódio da nova temporada como parâmetro, os dois não caíram na armadilha que seria apostar em caras e bocas ou mostrar o choque pela situação através do exagero no sotaque, e fizeram justamente o contrário: compreenderam a história e imprimiram alma à eterna dupla de caminhoneiros.

    Mesmo que essa não seja a última temporada de Carga Pesada, a lembrança que eu quero ter é de uma série competente como a do dito episódio. Os subseqüentes, se vierem com a mesma qualidade, serão igualmente bem-vindos.


    Por Gustavo - 2:19 AM
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    Sexta-feira, Junho 2


    Mais espaço para o Show do Tom

    Com a chegada da Copa do Mundo em questão de pouco mais de uma semana, a Record verá sua faixa dominical, atualmente ocupada por jogos do Campeonato Brasileiro, livre.

    A decisão tomada pela alta-cúpula da emissora foi ceder esse horário que vai das 16h00 às 18h00, aproximadamente, ao programa do humorista Tom Cavalcante, que apresentará um especial com os melhores momentos do seu diário Show do Tom. A perspectiva de audiência não é grande, mas segundo informações internas da emissora, o horário pode ser um ponto positivo na briga pelo segundo lugar, já que o primeiro é definitivamente da Globo.


    Por Gustavo - 5:12 PM
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    Universal libera episódios virtuais de Monk

    Tudo bem que eles são curtos (no máximo, três minutos). Tudo bem que eles não terão, assim, a mesma imagem e som da televisão. Mas, ainda assim, vão valer a pena. Os episódios feitos exclusivamentes para a internet do seriado Monk, transmitido pelo Universal e pela Record, finalmente vão chegar ao Brasil.

    Na próxima quarta-feira, dia 7, corra para o site do canal (www.universalchannel.com.br) e faça o download desses episódios especiais, pois o primeiro deles já estará disponível. Depois, até o final do mês de junho, toda (santa) quarta-feira vai ter seu episódio virtual de Monk disponível para download. Vai ser difícil resistir.

    A série, você sabe, é muito bacana. E o ator-protagonista, Tony Shalhoub, também dá show na série. Esses episódios virtuais serão um presente da série ao telespectador fiel. Ainda não conhece a série? Pois aproveita a noite de hoje e corre pra Record, que um novo episódio vai ao ar às 23h00. No Universal, vai ao todo domingo às 20h00, com reprise toda quarta às 23h e 01h00.


    Por Gustavo - 5:03 PM
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    Para quem, por algum motivo, perdeu a volta de Huff

    Perdeu a volta de Huff? Eu perdi. O A&E vai nos dar uma nova chance para não perder de novo: vai ser no domingo, às 21h. Nem cogite perder, ok? A não ser, é claro, que você já tenha visto...


    Por Gustavo - 4:49 PM
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    Depois que a Pollyana saiu de Ídolos, só nos resta isto...

    Ninguém tinha criado o Votefortheworst.com para o Ídolos, então eu vou instituir um aqui no blog mesmo!



    PS: Eu sei que está trash e nem um pouco caprichado, mas a proposta era fazer algo no mesmo nível de Ídolos.

    PS2: Se alguém souber fazer um melhor, é só mandar para televisionando@globo.com.


    Por Gustavo - 12:12 AM
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    Quinta-feira, Junho 1


    Ídolos: comentando ao vivo

    Esse post vai servir para comentar o episódio de Ídolos agora, ao vivo. Atualize de vez em quando porque os comentários vão sendo postados a cada minuto neste mesmo post, e não em novos.

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    Tudo errado até agora. Primeiro, a iluminação, que está péssima. Depois, a enrolação. Vocês viram quando, após o primeiro VT dos participantes com a Turma do Pânjco, o Beto ficou pensando pra quem perguntar se gostou da experiência? Inadmissível. Não vai dar para ficar com essa enrolação por mais um tempão, SBT! Encurta o programa das quintas!

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    A participação no Pânico não foi suficiente: teve que ter recapitulação da participação no Gugu. Ai, ai, ai... Haja paciência!

    Pelo menos eu pude ver no intervalo que a tal Cristal, nova novela do SBT, vai tentar se aproveitar do lado da moda que Belíssima reacendeu no horário nobre. Será se vai aproveitar de forma correta? Vai saber... Estréia segunda que vem.

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    Posso estar muito enganado, mas acabei de sentir que Paulo Neto não vai sair. Pode ser só impressão, não sei. Mas acho que Ídolos está com vontade de manter o pernambucano.

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    A enrolação está tanta que nesse momento o episódio se deu ao luxo de fazer um merchan da estréia de Cristal. Inútil, por sinal. Ao menos, deu pra ver que o Dado Dolabella estava a cara do Leandro "pica-pau e vencedor antecipado de Ídolos" Lopes.

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    Merchan de Cristal teve parte 1 e parte 2. A primeira parte está descrita acima. A segunda é do interior da festa de lançamento. Herval Rossano "velho de guerra" anda pra lá e pra cá exibindo sua jóia, Mayara Magri. Ela não estava, digamos, tão bonita assim.

    Angel aproveitou para lembrar o público que ele chorou ontem, com o papo de alguém disse pra ele que "quando você chora eu choro junto". E Pollyana Papel foi a mais simpática, com o seu "o gostoso do SBT é isso, essa união...". Fica, Polly! Não sai não!

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    Beto não é um mestre na arte de enrolar, definitivamente. E também não é bom apresentador. Pra enrolar, foram fazer pergunta sobre como é a relação entre o top 10. O primeiro a ser questionado é aquele que está doido para roubar o título de vencedor antecipado de Leandro: Angel. Pelo menos a Pollyana foi mais legal na resposta, logo após Angel.

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    Daqui a pouco a gente descobre qual vai ser o "Bad Day" nacional. Será uma música nacional ou internacional? E o mais importante: vai ter um?

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    Depois do VT "chorem telespectadores" que acabou de passar, o óbvio é que os apresentadores questionem alguém sobre o que acabou de passar. Primeiro a ser questionado: Angel. Ai, ai, ai. Leandro ganhou um adversário forte. O que a produção viu nele?

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    "Momento Tititi" (nomeado por Beto): Osnir é o que mais come da galera. E daí?

    Lígia, você chamou os comerciais e esqueceu do "não desgruga"! Que gafe! ;-)

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    Será se, na volta dos comerciais, quando (segundo os apresentadores) será a hora dos resultados, teremos mais enrolação? Como será chamado o americano "Bottom 3" aqui no Brasil? Tomara que a resposta para a primeira pergunta seja não (para evitar o anti-clímax) e para a segunda seja qualquer coisa menos... "Botão 3"!

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    Você caiu na história de que os resultados ainda não chegaram ao SBT? Eu também não. E isso é motivo para mais enrolação.

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    Em trinta segundos, os envelopes chegaram! Milagre!

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    A direção do programa devia cortar o áudio da platéia, pois ficar escutando "ele merece! ele merece!" para o Osnir é constrangedor. Não há nada mais no mundo que relembre o SBT do que isso. E não há nenhum programa na programação do SBT que precise se livrar do karma que é estar nesse canal do que esse.

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    O eco compulsivo de gritos e gritos histéricos dos fanáticos ao som de cada "o Brasil concordou com a Cy, com o Miranda e com o Thomas" ou algo parecido já deu, né?

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    Eu não sei o porquê (sic), mas o visual moderninho do Angel não combina nada com o visual de "retirantes nordestinos de casas humildes" de sua família. Não me entendam mal: é só uma constatação.

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    O "Bottom 3" virou "os três menos votados". Uhu, que criativo (sic)! Pois bem, "os três menos votados" foram:

    VANESSA
    PAULO NETO
    POLLYANA :´-(

    Quem sai a gente vê depois do comercial. Minha aposta é que Paulo Neto vai sair, pelo simples fato de que há homens demais no programa, e seria interessante diminuir a diferença. Qual a sua opinião?

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    VANESSA SALVA!

    Pollyana e Paulo Neto como os dois menos votados. Suspense na tela.

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    O que??? Pollyana saiu??? Que palhaçada é essa??? Qual o cabimento disso???

    Estou sem palavras.

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    Vendo Pollyana chorando e cantando ali no ar, sem a artificialidade de um Leandro, Angel ou ago que o valha, eu chorei também. Chorei porque vi que ela era das melhores do programa, era profissional, era afinada (ontem foi culpa da emoção), e foi vítima de um programa medíocre como é esse Ídolos. Estou emocionado, triste e desacreditando que um programa como aquele possa melhorar, deixar de favorecer X ou Y. Pollyana não merecia sair na primeira apresentação do top 10, ainda mais por culpa da emoção - a mesma emoção que marcou presença artificial em outros participantes e os fez continuar na disputa.


    Por Gustavo - 10:56 PM
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    Huff!

    O que são dois dias sem internet em casa, não? Eu fiquei sem saber da série que volta hoje, no A&E! Por isso que eu estou informando agora, em cima da hora, que Huff volta às 21h00 no canal!

    Portanto, corra!


    Por Gustavo - 8:40 PM
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    Ídolos já tem um vencedor antecipado


    Nossa aposta é que Paulo Neto vai rodar hoje

    O que foi Ídolos ontem? Deu tudo errado. Tudo. Mas isso não é problema, porque o vencedor já foi definido e agora é luta é pelo segundo lugar. E olha lá, porque é bem capaz que esse também já esteja decidido.

    Quando o programa começou, eu até estava empolgado com o fato de ele ser ao vivo, mas isso parece ter sido um problema para a produção amadora do SBT: as tantas vezes em que o som falhou, a câmera se perdeu e tremeu, enfim, tudo isso deixou a real impressão de que era melhor ter deixado tudo gravado. Como produção televisiva, Ídolos ontem foi ruim. Ponto.

    Infelizmente, não houve nenhum participante interessado em nos provar o contrário. Todas as apresentações foram muito, muito fracas. Minha favorita, como já tinha dito antes, é Pollyana Papel - e votei nela. Não sei o porquê, mas gostei dela desde quando a vi pela primeira vez. E ontem, apesar de ter desafinado, ainda assim me agradou. Obviamente, ainda espero mais dela que o visto ontem. Mas para a primeira vez ao vivo, revendo família, deu para aceitar.

    E mesmo que eu não tivesse gostado, para quem mais eu torceria? As mulheres foram muito fraquinhas ontem, com Thais e uma música da moda que acabou soando karaokê, Giovana "superlativando" uma música que é boa justamente por ser simples e a tal Vanessa me deixando sem palavras. Fala sério, o que é "Um Minuto para o fim do mundo" na voz de uma mulher?

    Os homens foram outra decepção. Osnir, que tinha ganho a minha simpatia, talvez nem tenha chegado aos pés de Zezé di Camargo (era impressão minha ou Silvio Santos estava lá no palco apresentando e o "ele merece! ele merece!" na hora da choradeira entregou tudo? Heh) - e olha que a música era fácil. Também não gostei do Angel (outro que apostou em choradeira - por favor, deixem as lágrimas no Fama!), do Paulo Neto ("Bete Balanço" é uma música fácil!) e do Davison. O tal Lucas Poletto pode ser melhor do que eu achava, já que aquela música do Jota Quest não é tão fácil quanto parece e ele (quase) se igualou ao Rogério Flausino. Outra coisa boa: ele se livrou da choradeira.

    E o vencedor do programa? Leandro começou muito ruim, acertou umas notas no meio e, ao final, não sei o que aconteceu, deu tudo errado. A culpa pode ter sido do arranjo, mas não deixou de ser ruim. Antes que alguém me pergunte porque ele ganhou o Ídolos por antecipação, acho que deu pra perceber que a produção já o amou e o mostrou (muito) mais que o resto - o que garante popularidade e... votos! Pelo que eu conheço de reality shows, Leandro é o vencedor sem sombra de dúvidas. Ainda há tempo de ele provar que é com merecimento, porque até agora é injusto.

    Sobra ver o segundo lugar do programa que, também por antecipação, aposto que será masculino. Talvez Lucas ou Davison, não tenho muita certeza. Mas não será nenhuma grande surpresa.

    A falta de surpresa em Ídolos é que se tornou a coisa mais previsível desse programa.

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    Para rodar, hoje, vou apostar naquele que entrou por muita sorte e sairá com previsibilidade: Paulo Neto. Acho que os votos do prefeito de sua cidade do interior do Pernambuco não serão suficientes para mantê-lo no programa.

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    Nos Estados Unidos, não sei se vocês sabem, existe um site chamado Votefortheworst.com, que pede votos ao pior candidato de American Idol na opinião deles, apenas para irritar os produtores. A escolhida deles, esse ano, foi Kellie Pickler. Estou pensando seriamente em criar, para semana que vem, algo parecido. O rumo que Ídolos está tomando nos permite essas brincadeiras, já que esse não é um programa feito para se levar a sério - assim como o Big Brother Brasil, após adotar um grau infeliz de favorecimento, também deixou de ser.


    Por Gustavo - 2:10 PM
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    Voltamos ao normal

    Desculpas, desculpas, desculpas. Esses dois dias em que o blog ficou sem atualização foi em função de um "probleminha técnico" aqui do outro lado. Mas já está tudo resolvido. Obrigado pela compreensão.


    Por Gustavo - 12:41 PM
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